Nunca falta
“Eu estarei sempre convosco, até o fim dos tempos” (Mt 28, 20), prometeu Jesus aos Apóstolos. Mas, como isso se daria, se pouco depois Ele subiu aos céus?
Era inútil aos Apóstolos procurar excogitar uma solução para tão árduo problema. Nem sequer dos Anjos se poderia obter resposta, pois somente a Deus podia ocorrer essa sublime manifestação de amor aos homens, que é a Eucaristia, por meio da qual Ele não apenas permanece conosco, mas Se torna alimento para nós! Read More

Afirmou-me um sacerdote amigo que inúmeros católicos não sabem para que serve a água benta. É pena! Por isso, não se beneficiam desse precioso instrumento instituído pela Igreja para ajudá-los em praticamente todas as circunstâncias e dificuldades da vida!
Às vezes conhecemos pessoas que perdem a esperança de deixar o estado de pecado em que estão. A razão de tal atitude é a falta da noção da imensidade de amor que Nossa Senhora tem por nós.
Quem conheceu Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, ou conhece seu discípulo, Mons. João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho, provavelmente se pergunta: “de onde vem a calma que transparece em um e outro?”.
No mundo em que vivemos, e no qual se multiplicam incessantemente os conflitos de interesses, nada há de mais comum que o desentendimento entre as pessoas. Este nasce da contraposição de visões das várias partes: um entende as coisas de um jeito, outro as entende de maneira diversa… A consequente falta de consenso pode resultar numa mera desavença, ou chegar até o homicídio.
Considerando a crise religiosa e a confusão de doutrinas que imperam no mundo atual, uma ou outra vez, aqueles que buscam viver sua fé arraigados em Cristo e sua Igreja, são injustamente confundidos como fundamentalistas. Apresentamos, pois, como reflexão algumas considerações do papa emérito Bento XVI, pronunciadas na homilia da missa Pro Eligendo Romano Pontifice, em 18 de abril de 2005, logo após o falecimento de S. João Paulo II. 





