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Famintos de quê?

Fala-se muito — e com razão — da fome material de que muitos padecem pelas razões as mais diversas: injustiças, preguiça, vícios, imprevidências etc.

O que diríamos, porém, de um faminto que tivesse à sua disposição os melhores e mais substanciosos alimentos e continuasse faminto por não os querer comer?

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A obra-prima de Deus

Todo grande artista tem um especial apreço pelas suas melhores obras. Sente-se representado na sua criação, vendo nela seus dotes, sua personalidade.

Alguns adquirem uma tão grande relação com suas obras de arte que chegam a experimentar por elas um sentimento semelhante ao de um pai por seus filhos…

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Com as crianças também se aprende

São várias as passagens do Evangelho em que Jesus mostra especial apreço pelas crianças. (1)

Sendo Deus, e portanto perfeito, não podia entrar nessa preferência nem sombra de qualquer apego sentimental, ou de qualquer outra imperfeição. Ouvindo a explicação que um Sacerdote dava a um grupo de crianças, isso me ficou bem claro.

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O FUNDADOR COMENTA…

Por que rezar à Mãe de Deus: “Rogai por nós”?

E por que “pecadores”? Quando alguém pratica a virtude, não seria melhor pedir: “Rogai por nós, virtuosos”?

Aqui estão três perguntas oportunas e importantes!


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PERSEGUIDOS, POR QUE?

O recente post aqui publicado (“Por que a verdade desperta o ódio”) suscitou uma série de manifestações, sendo a maioria delas bastante compreensíveis. Uma das perguntas que nos chegam dá margem a um pequeno esclarecimento.

Vamos a esta pergunta, ou melhor esta perplexidade que, na medida do possível, procuraremos esclarecer.

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POR QUE A VERDADE DESPERTA O ÓDIO?

Acabara de dar as razões, as provas históricas e, sobretudo, os trechos do Evangelho pelos quais a Igreja Católica é a verdadeira religião fundada por nosso Divino Redentor. Procurei ser o mais claro possível e tornar esta verdade facilmente compreensível pelo meu interlocutor.

Qual não é minha surpresa quando ouço como reação:

Você provou e até provou bem. Mas exatamente por ser verdade eu não aceito! Eu odeio a verdade! Eu quero viver como eu quero! A verdade que vá às favas!

Despedi-me o mais amável que pude, mas não pude deixar de pensar comigo mesmo: como pode ser isso? Como pode alguém reconhecer que algo é verdade e precisamente por ser verdade, odiá-la?

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