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E eles foram…

“Deixai vir a Mim as criancinhas”. Nesta e em várias outras frases do Evangelho, Jesus externa um amor especial pelos pequeninos. Ele diz “Deixai-as vir a Mim”… e as crianças iam.

São comovedoras as passagens do Evangelho em que Nosso Senhor se refere às crianças. Nelas transparece o amor de predileção do Divino Mestre pela inocência. Também fica clara a beleza da inocência quando Jesus refere-se a quem os escandalizar: “Todo o que fizer cair no pecado a um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que uma pedra de moinho lhe fosse posta ao pescoço e o lançassem ao mar! (Mc 9,42) Read More

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Da confusão geral pode sair a solução?

No mundo em que vivemos, e no qual se multiplicam incessantemente os conflitos de interesses, nada há de mais comum que o desentendimento entre as pessoas. Este nasce da contraposição de visões das várias partes: um entende as coisas de um jeito, outro as entende de maneira diversa… A consequente falta de consenso pode resultar numa mera desavença, ou chegar até o homicídio.

Para harmonizar o desentendimento, é necessária ao menos a consideração de um objetivo comum, pois a conformidade quanto ao fim supera o desacordo quanto aos meios. Mas quando não há consenso nem sequer em relação aos objetivos, o embate é inevitável. Read More

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“E o nome da Virgem era Maria”

Quatro dias após comemorar o nascimento de Nossa Senhora, a Igreja celebra o nome de Maria Santíssima.

O nome de Maria (Miriam, em hebraico) significa “Senhora soberana”. Segundo alguns pesquisadores, provém de Maryáh (do sânscrito), que quer dizer literalmente “a pureza, a virtude, a virgindade”.

Esta Senhora Soberana, àquela que é a pureza, a virtude, a virgindade, a Mãe de Jesus, a quem fomos confiados por Ele próprio: “Filho, eis aí tua Mãe” procuremos conhecer cada vez mais. Assista o vídeo.

 

Ilustração: Arautos do Evangelho

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Fundamentalismo religioso? Não é o que pensa Ratzinger…

Considerando a crise religiosa e a confusão de doutrinas que imperam no mundo atual, uma ou outra vez, aqueles que buscam viver sua fé arraigados em Cristo e sua Igreja, são injustamente confundidos como fundamentalistas. Apresentamos, pois, como reflexão algumas considerações do papa emérito Bento XVI, pronunciadas na homilia da missa Pro Eligendo Romano Pontifice, em 18 de abril de 2005, logo após o falecimento de S. João Paulo II. Read More

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Nossa Senhora Rainha

A Igreja louva duas atitudes aparentemente opostas, mas na realidade, complementares uma da outra: a aceitação dócil da verdade, ainda que não se conheça todas as razões e de outro lado, procurar as razões de ser daquela verdade.

Ambas atitudes são desejadas pela Santa Igreja, pois numa há um aceitar como o de um filho que atende o chamado da mãe, porque é mãe. De outro a do filho que, para mais amar, procura compreender as razões, ver os princípios nos quais se baseia a mãe.

Nesse 22 de agosto, dia de Nossa Senhora Rainha, vejamos uma das razões pelas quais a Igreja A intitula assim. Read More

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Assunção de Nossa Senhora

O Papa Pio XII, no dia 1 de novembro de 1950, no átrio exterior da Basílica Vaticana, rodeado de 36 Cardeais, 555 Patriarcas, Arcebispos e Bispos, de grande número de dignitários eclesiásticos e de uma multidão repassada de entusiasmo, definiu solenemente, com sua suprema autoridade apostólica, o dogma da Assunção de Maria em corpo e alma ao Céu

“Eis as próprias palavras da augusta definição:

«Depois de termos dirigido a Deus repetidas súplicas, e de termos invocado a luz do Espírito de verdade, para glória de Deus onipotente que à Virgem Maria concedeu a sua especial benevolência, para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e triunfador do pecado e da morte, para aumento da glória de sua augusta Mãe, e para gozo e júbilo de toda a Igreja, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Bem-aventurados Apóstolos São Pedro e São Paulo e com a Nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: A IMACULADA MÃE DE DEUS, A SEMPRE VIRGEM MARIA, TERMINANDO O CURSO DA VIDA TERRESTRE, FOI ASSUNTA EM CORPO E ALMA À GLÓRIA CELESTIAL»