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Futuro & Vida na Escola Meu Pequeno Mundo

“Os alunos ficaram interessados e encantados com as músicas”, disse um dos professores da Escola Meu Pequeno Mundo onde foi realizada a última apresentação do Projeto Futuro e Vida.

Os alunos dos Ensinos Fundamental e Médio não só acompanharam com atenção, mas também participaram vivamente de cada uma das composições que resumem a “História da Música”.

“Nosso objetivo é dar aos alunos uma ocupação, pois onde há desocupação, aí está o perigo. É preciso ocupar o jovem, mas ocupá-lo com atividades elevadas da arte e da cultura, do pensamento e das idéias sadias. Queremos a salvação da juventude”! Eis o que diz o Mons. João Clá Dias, Fundador dos Arautos do Evangelho e inspirador do Projeto Futuro & Vida.

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Catequese através da música

Cerca de 60 crianças da turma de catequese da Paróquia Bom Pastor, em Cariacica, assistiram a apresentação musical realizada pelos Arautos. Logo no início as crianças acolheram a Imagem Peregrina do Imaculado Coração de Maria com o cântico “A treze de Maio”.

 A “História da música”, que é apresentada pelo Projeto Futuro & Vida nas escolas, públicas e particulares, como forma de incentivar a cultura entre os jovens, agora auxilia na catequese e evangelização da juventude.

Confira as fotos:

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Homenagem às mães

Na véspera do segundo domingo do mês de maio foi realizada na casa dos Arautos uma homenagem a Nossa Senhora, Mãe das mães e a todas as mães dos jovens participantes do Projeto Futuro & Vida.

O Pe. Velerciano celebrou a Eucaristia nas intenções de todas as mães e de toda a “família” dos Arautos presentes pelo mundo.

Depois da Santa Missa a Imagem Peregrina do Imaculado Coração foi entronizada e coroada por duas mães. Foi feita uma apresentação musical e apresentado um vídeo com uma comovedora mensagem e então todos os filhos presentes entraram de surpresa  trazendo, cada um, uma rosa e um cartão para suas mães. Não faltaram as lágrimas…

Veja algumas fotos da comemoração.

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A chave do Céu

Pouco antes de morrer, Frei Lourenço começou a pedir com insistência para lhe trazerem “a chave do Céu”. Mas ninguém estava entendendo o que ele queria dizer…

 

Cada vez que passava em frente ao convento dos franciscanos de sua pequena cidade, Lourenço sentia o coração bater mais forte. Gostava de ficar ouvindo do lado de fora o canto suave dos frades, vindo da igreja. Aquelas melodias angélicas, cheias de uma paz que não era deste mundo, pareciam provir do Céu. Outras vezes, ficava espiando os monges enquanto trabalhavam na horta e pensava: “Como eles são alegres! O irmão cozinheiro, carregando tomates, é mais feliz que os meus arrogantes companheiros se exibindo pela rua em seus ruidosos carros”.

Aos domingos, Lourenço assistia à pregação e depois meditava nas palavras do frade de feições austeras e voz possante: “Lembrai-vos sempre, irmãos, que mais importa guardar tesouros no Céu ao invés de multiplicá-los na Terra. O Senhor nos ensinou: ‘De que vale ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder sua própria alma?’. Vede o exemplo de nosso pai São Francisco: soube ser pobre em espírito”.

Um dia, não resistiu e perguntou a um franciscano:

– O que devo fazer para morar aqui?

O bom religioso deu-lhe uma resposta muito simples:

– Para viver abrigado por estas santas paredes é preciso desejar acima de tudo o Reino dos Céus, abraçando a pobreza em espírito, como fez Jesus.

Uma semana depois, o jovem, carregando apenas uma malinha, entrava no convento para não mais sair. Pediu para ser irmão leigo, pois queria viver só para Deus, servindo os frades.

O mestre de noviços, que passou a acompanhá-lo, se encantava com o exemplo do Irmão Lourenço. Ninguém varria o chão ou lavava os pratos com maior entusiasmo; todas as suas ações pareciam uma prece.

Um dia, Irmão Lourenço notou o hábito de um frade em mau estado, e comentou:

– Vejo que sua manga está rasgada. Quer que a costure? Senão, quando o irmão for para as missões, as pessoas vão reparar. Somos pobres, mas dignos, e não fica bem usar um hábito rasgado… Se me permitir prestar-lhe tal serviço me estará concedendo uma graça, pois sou um pecador e tenho faltas a reparar.

– Mas tu sabes costurar?

– Não muito bem… Porém, minha mãe é costureira e com ela aprendi algumas lições do ofício.

– Está bem – concluiu o frade -, vamos ver como sai o serviço.

Surpreendendo a todos, Irmão Lourenço fez um trabalho exímio. A cada ponto com a agulha tinha rezado uma jaculatória pedindo que a Santíssima Virgem de Nazaré costurasse por ele. Quando acabava a linha, rezava uma Ave-Maria. Dessa forma, cerziu a manga inteira, deixando- a como se fosse nova.

A notícia se espalhou pelo convento. Não demorou muito em aparecer o irmão cozinheiro com uma roupa queimada, quase perdida por causa de um forno muito forte. Também o irmão porteiro veio mostrar um buraco no seu hábito que, embora escondido, já estava ficando grande. Até mesmo certo frade estrangeiro, hospedado ali por alguns dias, pediu ao irmão que desse um jeitinho em sua velha vestimenta. Os hábitos voltavam cosidos, limpos e perfumados.

O superior se alegrou com a descoberta. Admirado ao ver a despretensão daquele filho, logo notou a assiduidade de suas visitas ao Santíssimo Sacramento. “É por isso que tudo faz com tanto primor”, pensava.

Passados alguns meses, ele percebeu que os dotes de Irmão Lourenço podiam ir além da habilidade de fazer remendos.

– Quer tentar fazer um hábito inteiro? – perguntou-lhe.

– Se com isso eu puder dar glória a Deus, perfeitamente!

A experiência foi coroada de êxito. Das mãos “orantes” daquele religioso, começaram a sair maravilhas acima das expectativas. Nelas a tesoura tomava vida e corria pelo tecido marrom em traçados tão certeiros, que o melhor dos alfaiates não poderia superar. Os hábitos continuavam modestos, mas possuíam algo de especial: a marca do amor com que o irmão os fazia.

Passaram-se os anos. Por vezes, a quantidade de pedidos o levava a dormir muito pouco, a perder as horas de recreação, e ele sentia a tentação de julgar que assim também já era demais… Mas logo pensava que Deus o chamara para glorificá-Lo daquela forma, e esse motivo o levava a dedicar-se por inteiro, redobrando as orações.

Irmão Lourenço tornou-se um homem maduro e, com o tempo, um ancião. Seus cabelos ficaram prateados, mas nem por isso deixou de atender os pedidos de remendos e costuras.

A comunidade o estimava e admirava. Muitos frades famosos, pregadores em santuários e professores em universidades, gostavam de estar com ele, formando rodas animadas de conversas sobre o Seráfico São Francisco, Santa Clara e outros heróis da Ordem. Irmão Lourenço atraía a todos, falando só sobre coisas do Céu. E era para lá que caminhava…

O implacável peso dos anos trouxe- lhe uma febre incurável, que começou a consumi-lo. Pressentindo a partida desta vida, ele pediu os Sacramentos e passou a falar cada vez menos. Rezava muito e pensava no encontro com Deus.

Numa madrugada gélida de inverno, Frei Lourenço parecia não resistir mais. O sino do convento chamou a comunidade para acompanhar o querido irmão, em seus últimos momentos. Ajoelhados, rezavam a oração dos agonizantes. De repente, um fio de voz quase imperceptível foi ouvido. Era Irmão Lourenço que pedia:

– Tragam-me a chave… a chave do Céu…

Os frades não entenderam. Qual seria essa “chave do Céu”? Um deles saiu correndo rumo à biblioteca e voltou com um livro chamado A chave do Céu. Colocaram-no diante do moribundo, mas ele não se interessou. Apenas repetiu:

– Eu quero… a chave… a chave do Céu…

O superior mandou que trouxessem uma relíquia de São Francisco, à qual o enfermo tinha muita devoção. Mas ele seguia com seu raro pedido…

Então, a fisionomia de um irmão se iluminou. Cruzou rapidamente os corredores e voltou com a agulha de Irmão Lourenço. Ao vê-la, este esboçou um sorriso e disse:

– Sim, esta é minha chave do Céu! – e expirou.

                                                                              * * *

Sem ser grande aos olhos do mundo, nem receber recompensa por seus serviços, Irmão Lourenço se santificara com uma agulha na mão, trabalhando por amor a Deus. Para cada um a Providência tem preparada uma “chave” que lhe abrirá o Céu. Trata-se de saber cumprir sua vontade e seus desígnios. “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus” (Mt 5, 3).

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(Revista Arautos do Evangelho, Maio/2010, n. 101, p. 46-47)

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A maravilhosa história da Mãe do Bom Conselho

Mater Boni Consilii a GenazzanoHoje, festa de Nossa Senhora do Bom Conselho, a TV Arautos traz a você esta belíssima história cheia de milagres e conversões. O afresco de Nossa Senhora do Bom Conselho encontra-se na cidade de Genazzano, na Itália. Com ele um constante milagre acontece desde o século XV: está suspenso  no ar sem fixação nenhuma, afastado da parede cerca de três centímetros. Compartilhe esta história com sua família e amigos…Monsenhor João S. Clá Dias

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Entronização do Sagrado Coração na residência arquiepiscopal

Sagrado Coração de JesusNa sexta-feira 23 de abril de 2010 foi entronizado o Sagrado Coração de Jesus na residência arquiepiscopal, em Vitória (ES), após a Santa Missa celebrada por Dom Luiz Mancilha Vilela SS.CC.

A bela imagem do Sagrado Coração, esculpida em madeira por artistas de San Antonio de Ibarra, no Equador, foi posta em lugar de destaque durante a celebração litúrgica na capela de Nossa Senhora da Penha (anexa à residência), sendo em seguida transladada para o local definitivo, à entrada do imóvel.

“Que o Sagrado Coração de Jesus, representado tão artisticamente pela arte equatoriana nesta imagem, conceda a Dom Luiz, a cada ato de doação de si mesmo, a graça de tornar seu coração cada vez mais semelhante ao Dele, o Divino Modelo de todos os bons pastores”, desejou o Mons. João Clá Dias (fundador dos Arautos do Evangelho) a Dom Luiz, em mensagem alusiva a seu aniversário natalício. Dom Luiz iniciou sua vida religiosa na Congregação dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, Instituto de Vida Consagrada que difundiu por todo o mundo a entronização nos lares.