A montanha na qual Deus quis morar
Ao longo da História, Deus escolheu o alto dos montes para Se manifestar aos homens: no Sinai, entregou a Moisés as tábuas da Lei; as Bem-Aventuranças foram ensinadas pelo Divino Mestre no “Sermão da Montanha”; para transfigurar-Se ante três de seus discípulos, Cristo elegeu o Tabor; e no Calvário ofereceu-Se ao Pai como o Cordeiro sem mancha, para a Redenção do gênero humano.
Séculos antes de vir ao mundo o Homem Deus, havia já cantado o Salmista: “Monte de Deus é o monte de Basã, monte elevado é o monte de Basã. Por que tendes inveja, montes elevados, do monte que Deus escolheu para morar? O Senhor vai morar nele sempre” (Sl 68, 16-17).

É voz corrente que o Sermão da Montanha contém uma síntese dos Evangelhos. As considerações a seguir, de autoria do Mons. João Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho são muito esclarecedoras nesse sentido.
Às vezes conhecemos pessoas que perdem a esperança de deixarem o estado de pecado em que estão. A razão de tal atitude é a falta da noção da imensidade de amor que Nossa Senhora tem por nós.
O que levou o consenso católico a declarar Santa Cecília padroeira da música?
Pequenos fatos, por vezes, marcam a História e por isso passam a ser grandes.
Deus nos fala constantemente por meio de analogias, através da criação. Com efeito, segundo escreveu certo autor, todo ser é uma “palavra” que Deus pronuncia a respeito de Si mesmo. Ora, dependendo da sua importância, esta “palavra” pode não apenas trazer uma mera informação, mas apresentar-nos um verdadeiro padrão de vida e nos convidar a adotá-lo. 





