Confiança! Eu venci o mundo!
Nos dias conturbados em que vivemos, às vezes sentimo-nos como os Apóstolos na barca em meio à tempestade e, como eles, todo tipo de receio nos vem à mente. Esquecemo-nos, entretanto, que na nossa “barca” está Jesus e, se confiarmos, nada nos acontecerá, ou se acontecer Ele será o nosso Cireneu, ajudando-nos a carregar a cruz.
Certamente repetirá para nós: “Confiança, confiança”, como em várias passagens do Evangelho. Essa palavra divina, saída de seus lábios adoráveis, vibrante de ternura e de compaixão dissipará nossos temores por mais fundados que pareçam.
É no sentido de levar-nos à confiança que o vídeo abaixo está posto.
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Num dos países da Europa Oriental, ainda sob ocupação russa após a II Guerra Mundial, ocorreu um fato, na época muito comentado. Os anos passaram e o mesmo deve ter caído no esquecimento. Lembro-o aqui.
Conheço inúmeras pessoas que leram o LIVRO DA CONFIANÇA (*) e constatei: não há uma que não o considere como um dos livros marcantes em suas vidas.
Em várias aparições ao longo de dois anos, a partir de 1673, o Divino Salvador revelou a Santa Margarida Maria Alacoque a devoção ao seu Sagrado Coração. E o que anunciou Ele nessa oportunidade? Punições, ameaças? Quão merecidas seriam!
Ficamos impressionados, ou melhor, movidos à adoração d’Aquele que nos aconselhou a sermos como Ele, que é “manso e humilde de coração”, ao se manifestar não só em sua divina Misericórdia, mas também na sua Justiça, ao reprovar o mal.
Assim como não é possível separar dois lados de uma moeda, ou o calor do fogo, assim também há dois amores inseparáveis na alma de todo católico digno deste nome: o amor a Deus e o amor à Igreja.





