Maria é o caminho fácil para ir até Jesus Cristo

Segundo nos ensina o grande santo mariano São Luis Maria Grignion de Montfort, Nossa Senhora “é o caminho fácil para ir a Nosso Senhor, porque é o caminho cheio de plenitude da graça e unção do Espírito Santo.”
Afirma ainda o Santo: “A devoção a Santíssima Virgem é necessária à salvação e é indício certo de predestinação ser-lhe inteira e verdadeiramente devotado”.
Não perca esta oportunidade!
Os Arautos do Evangelho de Vitória/ES estão promovendo a oitava turma do “Curso para a Consagração a Jesus, pelas mãos de Maria”.
Aproxime-se mais daquela “por cujo intermédio sempre se fizeram e sempre se farão as maiores obras de Deus.”
PERÍODO DO CURSO
MISSA DE ABERTURA DO CURSO: 23 de Setembro de 2018 às 17 horas
REUNIÃO INAUGURAL: 23 de Setembro de 2018 às 15 horas
LOCAL: Sede dos Arautos do Evangelho – Rua Princesa Isabel, 701 – Bairro Nova Campo Grande, Cariacica (ver mapa)
DATA DA CONSAGRAÇÃO: 25 de Novembro de 2018 às 17 horas – (Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo)

Considerando a crise religiosa e a confusão de doutrinas que imperam no mundo atual, uma ou outra vez, aqueles que buscam viver sua fé arraigados em Cristo e sua Igreja, são injustamente confundidos como fundamentalistas. Apresentamos, pois, como reflexão algumas considerações do papa emérito Bento XVI, pronunciadas na homilia da missa Pro Eligendo Romano Pontifice, em 18 de abril de 2005, logo após o falecimento de S. João Paulo II.
A Igreja louva duas atitudes aparentemente opostas, mas na realidade, complementares uma da outra: a aceitação dócil da verdade, ainda que não se conheça todas as razões e de outro lado, procurar as razões de ser daquela verdade.
São Luís Grignion em seu Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem demonstra que Deus quer servir-se de Maria em suas principais obras. No vídeo abaixo, Doutor Plinio Corrêa de Oliveira aborda esse aspecto na Encarnação de Jesus. Ouviremos as próprias palavras de Doutor Plinio:
O conhecido orador sacro e escritor, Pe. Antônio Vieira, assim conclui uma de suas cartas ao Rei de Portugal: “Perdoe-me Vossa Alteza a extensão desta carta, mas é que não tive tempo de fazer uma menor”.





