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Missões no Espírito Santo

A Cavalaria de Maria, constituída por missionários dos Arautos do Evangelho,
instituída em 2002 por Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP,
tem percorrido o Brasil de norte a sul, para transmitir uma mensagem
de alento e esperança no auxílio da graça divina para a solução
de todos os problemas espirituais e materiais.
A revista “Arautos do Evangelho” deste mês de outubro noticia o trabalho
missionário realizado recentemente no estado do Espirito Santo.¹

 

Brasil: Missões no Espírito Santo

Nos meses de junho e julho, a Cavalaria de Maria realizou missões em diversas cidades do Estado do Espírito Santo. Em Vitória, a Paróquia da Ressurreição (foto 1) recebeu a Imagem do Imaculado Coração de Maria entre os dias 3 e 9 de julho. Numerosos lares e comércios foram percorridos. Também receberam a Imagem Peregrina com grande entusiasmo a Paróquia São Francisco de Assis, em Vila Velha (foto 2); a Paróquia São José de Anchieta, no município de Serra (foto 3); a Paróquia Nossa Senhora da Penha e a Paróquia São João Batista, ambas localizadas no município de Cariacica (fotos 4 e 5). Nesta última, a Sra. Deonizia Meirelles Herzog, que acolheu a imagem em sua residência, comentou: “Eu me senti muito honrada de receber Nossa Senhora em minha casa, uma emoção que não dá para descrever, foi maravilhoso”.

¹ BRASIL: MISSÕES NO ESPÍRITO SANTO. In: Arautos do Evangelho. São Paulo.
Ano XVI. N. 190 (Out., 2017); p.41.

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“Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro”

 

Santa Terezinha, Santa Bernadete, Santa Jacinta. Todas, em sua época até os dias atuais, foram e são vistas como modelos de virtudes e exemplos de vida correta. Elas, e muitos outros, tão diferentes entre si, têm duas coisas que as colocam acima dos demais: Read More

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Devoção a Nossa Senhora pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort – Resumo do Tratado (I)

Anunciação do Anjo a Maria, Beato Angélico, Museu do Prado, Espanha

Deus tudo pode, e basta-se a Si mesmo. Ele não precisava de Maria para fazer cumprir os Seus desígnios; ainda assim ELE QUIS fazer uso dessa humilde Senhora para trazer ao mundo o Seu Filho, e para fazer chegar a nós a Sua graça e salvação.

Por isso, entregando nossa vida nas mãos de Maria, podemos mais facilmente ser conduzidos a Cristo. São Luís Maria Grignion de Montfort entendeu isso de forma muito profunda, e escreveu um livro precioso, uma espécie de manual, para nos ajudar no santo caminho de devoção à Mãe de Deus.¹

Com estas palavras, a guisa de Prefácio, o Reverendíssimo Padre Lourenço Ferronato, EP. introduz o livro “Devoção a Nossa Senhora pelo método de São Luís Maria Grignion um Montfort”.

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A Mãe do Homem das Dores

Por que Vos apresentais assim, Senhora, revestida de um delicado, ao mesmo tempo sério, véu roxo, cobrindo vossa santíssima face – mais bela que a Lua, mais esplendorosa que todas as belezas do universo? Por que este véu roxo, símbolo da penitência e do luto? Por que vossa tão doce fisionomia apresenta-se tomada de perplexidade, de angústia? O que meditais em vosso imaculado e sapiencial Coração?

Ó minha Mãe, ponde-Vos diante do mistério da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. É Vosso divino Filho que está, em sua bondade infinita, prestes a resgatar o gênero humano, abrindo as portas do Céu com sua morte de Cruz. Tal é a sua entrega para nossa salvação que Ele, Homem-Deus, vela-se a si mesmo, escondendo sua divindade em sua humanidade santíssima, e fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz, por amor a nós!

Estais, ó Senhora, imersa na agonia de alma, ao contemplar o Homem das Dores: “Nem a Terra, nem o mar, nem todo o firmamento poderiam servir de termo de comparação à vossa dor”. ¹

No entanto, ao cobrir-Vos com o manto da agonia e da dor, mais formosa ficais. De onde vem tanto esplendor? Vós sois a Mãe Dolorosa do Homem das Dores, que durante a Paixão, “compensava, pelo seu cântico de fidelidade, todas as injúrias e ofensas sofridas por Jesus […] Eis aqui, “na noite da desolação, o canto da alma mais virtuosa em toda a Terra elevando-se até o Céu…”.²

Pedimos-Vos, Senhora, para cada um nós, com as palavras do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira: “Dai-me, minha Mãe, um pouco, pelo menos, desta dor… Sofreis em união a Jesus. Dai-me a graça de sofrer como Vós e como Ele”. ³

E nesta união com Ele e com a Mãe dolorosa, entoaremos nosso cântico de fidelidade e de gratidão a Deus que nos receberá, a par dos sofrimentos na Terra, com a alma “esplendorificada” pela graça de Jesus a rogos de Maria, no Céu, por toda a eternidade.

Adilson Costa da Costa

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FOTO: Imagem do Imaculado Coração de Maria, venerada na Capela da Sede dos Arautos do Evangelho (Nova Campo Grande, Cariacica-ES).

¹ Plinio Corrêa de Oliveira. IV Estação – Via-Sacra In Catolicismo n° 3, março de 1951.

² Plínio Corrêa de Oliveira. Cântico de fidelidade. In Dr. Plinio, São Paulo, Ano VIII. N. 84 (mar. 2005); p. 36.

³ Plinio Corrêa de Oliveira. IV Estação – Via-Sacra In Catolicismo n° 3, março de 1951.

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Devoção dos Primeiros Sábados na Paróquia Bom Jesus, em Cariacica

Uma das mais belas e benéficas práticas de piedade mariana que se tem espalhado pelo mundo é a Devoção dos cinco Primeiros Sábados, prenunciando a realização das palavras proféticas de Nossa Senhora em Fátima: “Por fim o meu Imaculado Coração triunfará!”.

Qual a origem desta devoção e como praticá-la? Read More

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MAIS PERTO DE DEUS…

26Quando vemos por fotografias, ou quiçá pessoalmente, um belo panorama com montanhas, rios, vegetação exuberante, lembramo-nos do Criador de todas estas maravilhas – Deus – e lembrando-nos de nossas aulas de catequese, olhamos para o céu material talvez na esperança inocente de contemplar o espiritual e eterno.

Porque olhamos para o céu?

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