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Sobre esta pedra edificaremos a igreja

“Sonhe, que Deus realiza” costuma-se dizer quando se tem fé. Foi o que aconteceu. Deus já começou a realizar um belo sonho que nós Arautos do Evangelho sempre tivemos – e conosco, muitos dos que partilham as mesmas esperanças: foi lançada a pedra fundamental da igreja de São José, em Cariacica, na “Grande Vitória”.

O dia amanhecera chuvoso, a dificuldade em conseguir combustível para os automóveis ainda perdurava. E o evento, a tanto tempo marcado e esperado parecia comprometido… para quem não tivesse fé.

Entretanto, um “fator” fez desaparecer os obstáculos e a cerimônia se realizou. Também, pudera, o “fator” chama-se São José, o esposo virginal de Maria Santíssima e pai legal do Menino Jesus.

SONHAMOS…  E DEUS REALIZOU

Dado o transcendente  da obra que se inicia, Dom Luiz Mancilha Vilela, SS.CC, Arcebispo Metropolitano de Vitória, abençoou e lançou a pedra fundamental da nova igreja.

Os atos tiveram início com a Missa solene, celebrada pelo Arcebispo e concelebrada pelos padres Antônio Guerra, EP, Caio Newton Fonseca, EP, Carlos Antônio da Conceição, titular da Paróquia do Bom Jesus — onde se situa a casa dos Arautos do Evangelho — e o Pe. Cristian Bitencourt, EP. A presença do Coral composto de Arautos abrilhantou enormemente o evento.

Em sua homilia Dom Luiz, desejou riquíssimas bênçãos de Deus para obra que se inicia, elogiou bastante a ideia dos Arautos terem colocado a futura Igreja sob a proteção de São José, Patrono da Igreja Católica. Ressaltou a obediência de São José, homem justo, que sempre caminhou com Jesus, soube ouvir e obedecer os desígnios de Deus. Nós, também, somos chamados a caminhar com Jesus, tendo Maria Santíssima e São José como modelos perfeitos de obediência.

A colocação da pedra fundamental seguiu o cerimonial, carregado de simbolismo: o próprio Arcebispo lançou as primeiras pás de terra, como a desejar que logo se iniciem as obras.

A solenidade e sacralidade do ato, a esperança que despertava fez com que inúmeras pessoas quisessem uma lembrança daqueles abençoados momentos. Por isso muitos levaram um pouquinho de terra do local, ou tocaram os folhetos da cerimônia na pedra fundamental.

Seguiram-se uns bons momentos de convívio num animado almoço, em que em inúmeras mesas ouviam-se expressões como “não vejo a hora de estar aqui, já na igreja pronta” eram ouvidas nas inúmeras mesas.

A certeza da plena realização do sonho dava aos presentes a alegria e a esperança de que o mesmo se realizará plenamente.

Veja agora a galeria de fotos.

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12 novos apóstolos

Certa vez Santa Teresa de Jesus dirigia-se a uma cidade onde pretendia fundar um novo convento carmelita. Em uma pequena parada para refazer as forças encontrou uma pessoa conhecida sua que lhe perguntou:

— Madre Teresa, para fundar um novo mosteiro a senhora já deve ter os recursos financeiros e outros, não?

— Tudo o que tenho é essa moeda — e mostrou-lhe a única moeda que levava consigo.

— Mas… Madre, a senhora quer fundar um convento só com essa moeda?

— A moeda pouco vale. Mas, Jesus, Teresa e a moeda farão surgir um novo Carmelo! — retrucou a Santa, à moda espanhola…

De fato pouco tempo depois o convento estava pronto e as candidatas à vida religiosa logo o encheram.

Jesus chama os primeiros Apóstolos

Fatos como esse na história da Igreja são numerosos, e, para “não ir muito longe”, a Santa Igreja que hoje, por assim dizer, cobre a vastidão da terra, começou com 12 simples pescadores, sem cultura e até sem recursos adequados para a pescaria — quando um dos 12 foi chamado, estava as consertar uma rede… furada. De São Pedro só se sabe que tinha uma sogra… No entanto, com a ajuda da graça, em pouco tempo a Igreja já estava presente em todo Império romano. Hoje, como dizíamos, cobre a terra…

Doze. Sim, apenas doze. Foram dóceis à voz da Graça, e hoje se aqui no longínquo Brasil, 2.000 anos depois somos católicos, devemos a um cálculo parecido com o de Santa Teresa: Os Doze, sozinhos, conseguiriam muito pouco — se é que conseguiriam. Mas: Jesus com sua Graça + os Doze = a Igreja, para a qual está prometido por Nossa Senhora em Fátima: “Por fim o meu Imaculado Coração triunfará!”

Doze, foi esse o número de novos Cooperadores dos Arautos do Evangelho admitidos no último sábado.

Diante da próspera cidade de Vitória e “Grande Vitória”, são apenas doze. Mas, esses doze + a Graça, que se obtém por meio da Medianeira Universal, Maria Santíssima, tudo poderão. Basta que contem com a Graça.

Fazemos votos de que todos e cada um dos novos Cooperadores sejam fiéis à Graça e levem por toda parte a palavra, e, mais ainda, o bom exemplo que arrasta. Para tal podem contar com as orações dos demais Cooperadores, arautos e, sobretudo, dos sacerdotes arautos.

Para terem noção do ambiente de graças que houve na cerimônia, vejam as fotos a seguir.

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Anchieta e as Bem aventuranças

Para nossa época acostumada às facilidades das viagens aéreas, ir a pé de São Paulo à Bahia parece impossível, ou pelo menos de uma tal dificuldade que nem se cogita em tentar.

Entretanto esse percurso foi realizado a pé várias vezes pelo Pe. Anchieta, o melhor, São José de Anchieta. E não havia estradas; era preciso abrir caminho pela mata virgem, atravessar rios, enfrentar índios e feras, dormir ao relento etc. Read More

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Outro aviso materno em 1972

As recentes lacrimações de imagens de Nossa Senhora de Fátima em casas dos Arautos do Evangelho em Costa Rica e Guatemala tornam um artigo do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira publicado em 1972 de grande atualidade, razão pela qual reproduzimos trechos bem aplicáveis às recentes manifestações milagrosas.

É a mesma Mãe Santíssima que agora verte lágrimas de modo quase simultâneo em 8 imagens, estando todas elas em casas da mesma instituição. Essa última circunstância — todas na mesma instituição — é um fato inédito na História. Vejamos o que diz Plinio Corrêa de Oliveira sobre o significado dessas lágrimas. Read More

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No Santuário do Bom Pastor

O Santuário do Bom Pastor em Cariacica (Grande Vitória) recebeu a visita dos Arautos do Evangelho na semana passada. Constou a visita de uma Missa celebrada pelo Pe. Cristian Bittencour, EP com uma substanciosa homilia e ao final a tradicional bênção dos pães.

Houve ainda a coroação da imagem peregrina do Imaculado Coração de Maria. A imagem é um exemplar igual às que verteram lágrimas nas casas dos Arautos do Evangelho na América Central. Para ver post anterior sobre a lacrimação das imagens de Nossa Senhora clique aqui.

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Dia das Mães: coincidências, afeto e esperanças

A comemoração do Dia das Mães na casa dos Arautos do Evangelho na “Grande Vitória”, Espírito Santo, foi realmente sui generis. Para isso contribuíram várias coincidências: era o dia da Ascensão, em que Jesus, subindo aos Céus, nos deixou Maria por Mãe; era dia 13 de maio, comemoração de Nossa Senhora de Fátima, em cuja aparição nos deixou uma mensagem de maternal esperança; …e era o Dia das Mães, as quais Deus quis fazê-las reflexos da maternalidade de Nossa Senhora.

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