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A Transfiguração de Nosso Senhor

Acervo Revista Arautos


A transfiguração do Senhor não foi somente para fortalecer na fé os apóstolos, mas todos os fiéis, incluindo cada um de nós, até o fim do mundo!


Mons. João Clá Dias

A transfiguração do Senhor nos leva a refletir sobre um dos principais mistérios de nossa Fé: a Encarnação do Verbo. Com efeito, quem poderia excogitar a possibilidade de uma das Pessoas da Santíssima Trindade unir sua natureza divina à humana, e – sem deixar de ser verdadeiro Deus – se tornar também verdadeiro Homem? Nunca, pelo simples raciocínio, nenhum homem – e nem mesmo algum Anjo – conceberia tal conúbio entre Criador e criatura. Para conhecermos esse belo e atraente mistério, era necessário que o próprio Deus no-lo revelasse.

Ademais, são inúmeros os episódios do Evangelho nos quais transparece a natureza humana de Jesus: o ter de fugir para o Egito, levado por Maria e José, a fim de poupar-se da espada de Herodes; o trabalhar como humilde carpinteiro, até os 30 anos de idade, evitando chamar a atenção do povo; o fazer penitência durante 40 dias no deserto, suportando as agruras de um terrível jejum; o verter sangue no Jardim das Oliveiras, em meio ao temor e à angústia ante a Paixão; o externar fraqueza física durante sua flagelação e enquanto carregava a cruz ao alto do Calvário. Por fim, a sua morte, como a de qualquer ser humano, e no pior dos suplícios.

Sem uma especial assistência da graça, seria inevitável para qualquer um, ao ouvir a narração desses fatos, concluir que Jesus não passava de uma mera criatura humana.

Verdadeiro Deus

Por isso, o Unigênito Filho de Deus, para sustentar nossa fé, tornou patente sua origem eterna e incriada em muitos outros fatos e circunstâncias: a anunciação à Santíssima Virgem por meio de um Arcanjo; o aviso a São José, em sonhos, da concepção virginal de Maria; a aparição de uma multidão de anjos aos pastores, perto da gruta de Belém, para lhes anunciar o nascimento de Jesus; a moção sobrenatural no interior dos Santos Reis Magos, sobre a providencialidade daquele Menino. Sobretudo foi categórica sua glorificação, efetuada pelo Pai e pelo Espírito Santo, no momento do batismo no Jordão.

O próprio Salvador, ao afirmar “quem crê em Mim tem a vida eterna” (Jo 6, 47), não fazia referência à sua natureza humana, mas sim à sua divindade. A multiplicação dos milagres, cujo auge foi a ressurreição de Lázaro, tornou a todos evidente o pleno poder de Jesus sobre a natureza.

Apesar dessas – e de tantas outras – manifestações serem mais que suficientes para levar os homens ao ato de fé na divindade de Nosso Senhor, apareceram heresiarcas a negá-la, já no começo do cristianismo. Aliás, uma das razões pelas quais São João, o discípulo amado, escreveu seu Evangelho, entre os anos 80 e 100 de nossa era, foi para reafirmar ser Jesus verdadeiro Deus. E o conjunto dos Evangelhos, procurando sublinhar a mesma verdade, por mais de cinquenta vezes dá-Lhe o título de Filho de Deus.

É necessário ter essas considerações em vista, para melhor analisarmos e compreendermos a Transfiguração do Senhor.

Acervo Revista Arautos

Conveniência da Transfiguração do Senhor

Jesus poderia ter descido à Terra acompanhado de legiões de anjos, e manifestado em todo o esplendor sua infinita grandeza divina. Contudo não agiu assim. Revelou-nos sua natureza incriada de forma progressiva, e aos poucos foi se tornando mais categórico.

Um ensino puramente doutrinário não é capaz de, por si só, mover o homem a transformar sua vida. Um antigo adágio ilustra esta verdade de modo lapidar: “As palavras comovem, os exemplos arrastam”. Sobretudo quando o exemplo é íntegro e esplendoroso na verdade e no bem, tem ele uma força tal que age sobre as tendências da alma, convidando a um certo caminho – e às vezes impondo-o.

Ao tratar da Transfiguração de Jesus, assim se exprime São Tomás de Aquino sobre essa necessidade muito própria à criatura humana: “Para trilharmos bem um caminho, é necessário termos um conhecimento prévio do fim. Assim, o arqueiro não lança com acerto a seta, senão mirando primeiro o alvo que deve alcançar. (…) E isso sobretudo é necessário, quando o caminho é difícil e áspero, a jornada laboriosa, mas belo o fim” (3, q.45, a.1, c).

Fulgor transfiguração do Senhor para suportar as agruras do Calvário

No mesmo tópico acima citado, São Tomás de Aquino continua a esclarecer, com sua genialidade habitual e sapiencial clareza:

“O Senhor, depois de haver anunciado a sua Paixão aos discípulos, con­vidou-os a Lhe imitarem o exemplo. (…) Ora, o fim de Cristo, na sua Paixão, era alcançar não somente a glória da alma, que tinha desde o princípio da sua concepção, mas também a do corpo (…). E a essa glória também conduz os que imitam seu exemplo da Paixão, segundo diz a Escritura: Por muitas tribulações nos é necessário entrar no reino de Deus. Por isso era conveniente que manifestasse aos seus discípulos a sua claridade luminosa; e tal é a Transfiguração, que também concederá aos seus, segundo diz o Apóstolo -São Paulo: Reformará o nosso corpo abatido para o fazer conforme o seu corpo glorioso. Donde dizer São Beda: foi consequência de uma pia providência que, tendo gozado por breve tempo da contemplação da felicidade eterna, tolerassem mais fortemente as adversidades” (3, q. 45, a. 1, c).

A Transfiguração do Senhor foi uma excepcional graça mística concedida aos três apóstolos escolhidos, no alto do Tabor. Sua recordação ficou como uma fonte de sólida confiança, que lhes permitiu suportar os maiores sofrimentos, pois, assistindo a ela, tiveram um vislumbre da luz plena e refulgente da eternidade.

Graças místicas

A Transfiguração de Jesus fortificou as virtudes da fé e da caridade nos Apóstolos. Enquanto a fé nos faz crer na divindade de Cristo e em suas promessas, a caridade nos conduz a uma entranhada união com Deus. São duas virtudes extremamente interdependentes. Sem a fé na esplendorosa vida eterna que nos espera, a caridade tende a desaparecer.

Mas, se a fé e a caridade dos apóstolos tanto lucraram com a Transfiguração do Senhor, não haverá algo, nessa mesma linha, que poderá auxiliar a vida espiritual de cada um de nós?

A resposta é inteiramente positiva. Deus derrama graças místicas sobre todos os que trilham as vias da salvação, em intensidade maior ou menor, segundo o caso. Mas ninguém está excluído de recebê-las. É claro que tais graças místicas não isentam ninguém de realizar os esforços próprios à prática das virtudes.

Uma transfiguração do Senhor em nossos corações

Acervo Revista Arautos

É fora de dúvida, pois, que Deus concede “Tabores”, ou seja, graças místicas, a cada um de nós.

Quem não terá sentido, alguma vez, uma alegria interior, um palpitar do coração, uma emoção calma mas profunda, ao assistir a uma bela cerimônia? Ao apreciar o canto gregoriano, por exemplo? Ou ao contemplar alguma imagem? Quiçá ao ver um lindo vitral banhado de luz, dentro de uma igreja silenciosa, que deixa lá fora os ruídos do mundo? São mil ocasiões em que a graça sensível nos visita, e nos concede contemplações interiores, prédegustações da felicidade perfeita que nos espera no Céu.

Dois Doutores da Igreja, Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz, mestres da vida espiritual, dizem que a Providência costuma conceder aos principiantes, graças místicas que depois irão experimentar novamente só no fim de suas vidas. Tal proceder divino visa for­talecer essas almas para atravessarem os períodos de aridez. É um modo comum de Deus agir: dá-nos consolações – o Tabor – para, quando vier a hora do Getsêmani, termos forças, sabendo que o fim será mais cheio de alegria e esperança.

São graças que nos animam a enfrentar os sacrifícios desta vida. Trata-se de experiências místicas que nos tornam patente quanto Jesus nos ama e quer nossa eterna glória.

Assim, ao longo de nossa existência terrena, já iremos experimentando um pouco das delícias eternas, e as tendas tão desejadas por São Pedro sobre o monte da transfiguração, Jesus as irá levantando no “Tabor” de nossos corações. Para tal, Ele exige de nós apenas uma condição: que não Lhe coloquemos obstáculos.

(Mons. João S. Clá Dias, EP; Revista Arautos do Evangelho, Agosto/2002, n. 8, p. 10)

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Conseguimos ver a Deus?

O Santo Cura d’Ars dando catequese – Basílica de Luján (Argentina) – Foto: Conrad Fernandes

 

Autor: Douglas Wenner

Será possível para nós, pobres mortais, ainda nesta vida, vermos a Deus? Alguns talvez respondam que sim, assegurando que O veem todos os dias: seja através de uma linda paisagem, ao ouvir uma bela pregação, ou por meio de uma palavra amiga que os console em meio a terríveis provações… Mas, afinal, conseguimos ver a Deus?

Houve um grande felizardo que, sem titubear em sua afirmação, deixou marcada para a história um belo e inesquecível relato: “Eu vi a Deus num homem”! Terá sido um bom filho que, ao exaltar as qualidades de seu progenitor, não encontrou outras palavras senão elevar à categoria divina o seu próprio pai? Objetariam alguns que não, pois julgariam tal atitude como demasiada manifestação de amor filial. Ou foi ele um religioso, mencionando a primeira vez que viu o seu Fundador? Bem poderia ser, pois não é sem razão que assim se dirigia São Francisco Xavier a Santo Inácio de Loyola, seu Pai e Fundador, tratando-o de “Meu Deus na terra”. Mas, afinal, conseguimos ver a Deus? Quem poderia dizer: “Eu via a Deus num homem”…?

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica (CIC), “Ao revelar seu nome misterioso de Iahweh, ‘Eu sou Aquele que É’, ou ‘Eu sou Aquele que Sou’, ou também ‘Eu sou Quem Sou’, Deus declara quem Ele é, e com que nome se deve chamá-Lo” (CIC, 206, p.65). Ora, se Ele é Aquele que É, como não poderia ser visto? Estejamos certos de que podemos ver a Deus. Mas de que modo? Também o Catecismo, baseando-se em Santo Agostinho e no Doutor Angélico, São Tomás de Aquino, nos exorta: “Criado à imagem de Deus, chamado a conhecer e a amar a Deus, o homem que procura a Deus descobre certas ‘vias’ para ascender ao conhecimento de Deus. Chamamo-las também de ‘provas da existência de Deus’, não no sentido das provas que as ciências naturais buscam, mas no sentido de ‘argumentos convergentes e convincentes’ que permitem chegar a verdadeiras certezas” (CIC, 31, p.23). Quiçá por isso, nosso ‘grande felizardo’ afirmou: ‘Eu vi a Deus num homem!’ Mas quem foi ele?

Trata-se de um célebre advogado de Paris, o qual ao se encontrar com um amigo, foi interpelado por este a respeito de para

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onde viajaria naquele momento. Ao ouvir como resposta que o destino se tratava da simples e pacata cidade de Ars, no interior da França, o tal amigo indagou:

– Mas, o que você vai fazer em Ars? O que pode haver de interessante em Ars?

– Fiquei sabendo que lá existe um padre muito virtuoso, e quero, pois, conhecê-lo. Quando voltar, saiba que lho direi.

O advogado foi a Ars, e após regressar a Paris e reencontrar seu cético amigo, disse a ele admirado: “Eu vi a Deus num homem!” Tratava-se de São João Maria Vianney (1786-1859), o Santo Cura d’Ars, cuja festa hoje comemoramos. Tamanha era sua virtude que de diversas partes, não só da Filha Primogênita da Igreja como de diversos outros lugares, acorriam numerosas multidões para verem a Deus num homem. De suprema inteligência e oratória? Não era ele muito dotado de predicados naturais… Mas, quanto aos sobrenaturais, possuía uma alma tão munida da Sabedoria Divina que, por meio de um exuberante dom do Discernimento dos Espíritos que possuía, era capaz de ler o interior mais profundo das almas. Prova disso é que, não raras vezes, apontava ao fiel os pecados que ainda restavam a ser declinados ao longo do sacramento da reconciliação.

De vida acética e penitente, o Santo Cura d’Ars quase não comia e pouco se descansava, se é que dormia… Certa vez, em meio às costumeiras dezoito horas que reservava para atender aos fiéis em confissão, foi até os seus humildes aposentos para colocar ao fogo algumas batatas. Depois de algum tempo, voltou lá para ver se já estava pronta a sua refeição. Ocorreu que, mais de uma vez, misteriosamente encontrou carne na panela, e não as batatas cozidas. Enfim, ao perceber se tratar de uma maléfica artimanha do infernal inimigo, resolveu fazer jejum naquela noite, dado que era sexta-feira, dia de abstinência. Fruto de sua sublime humildade, mais um louro estava assim fixado em sua futura coroa de glória!

Casa de São Cura d’Ars – frwikipedia

Muitos poderiam ser os fatos aqui narrados de tão precioso “tesouro” de nossa Santa Igreja, aquele que por ela recebeu o título de Padroeiro dos Sacerdotes. Ressaltemos que não é pouca coisa, pois levando em consideração a grandeza do estado clerical, sobre o qual nos ensina Santo Agostinho, Santo Anselmo, entre outros, ser superior ao estado dos próprios anjos, receber este epíteto de Padroeiro dos Sacerdotes nos faz reconhecer o quanto agrada a Deus aquele que abraça e trilha além das vias clericais, as vias da santidade.

Eis porque, inequivocamente, podem afirmar os que estiveram diante de um santo, ‘Eu vi a Deus num homem!’ Vi, como outrora Moisés pela sarça ardente, Aquele que É. Vi pelos exemplos ardorosos de sua alma, pelas labaredas de suas virtudes, por sua abnegação e entrega, pelo esquecimento de si mesmo ao pleníssimo amor e serviço a Deus! Para aqueles que têm essa ventura, não há dúvidas que possam obscurecer a “voz misteriosa da graça que fala no interior dos corações”.

Entretanto, há um ponto muito sério a considerar:  Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mt 5,8). Infelizmente, em contrapartida, muitos são os que não conseguem ver a Deus, por não terem puro o coração… Por mais que o Cura d’Ars fosse santo, era necessário ao menos a reta intenção de ser puro, e também de ser santo, para assim poder vê-lo, e Deus nele.

Tenhamos a esperança fortalecida pela fé para sermos santos a exemplo de São Cura d’Ars. Peçamos isso a Nossa Celeste Advogada, Medianeira de Todas as Graças, rogando especialmente pelo clero e por todos os fiéis. E fazendo uso das próprias palavras de São João Maria Vianney, voltemo-nos a Nossa Senhora com grande confiança e tenhamos a certeza de que, por mais miseráveis ​​que possamos ser, Ela obterá para nós a graça da conversão”.

Corpo incorrupto de São João Maria Vianney no Santuário Cura d’Ars, França – Vatican News

 

Catecismo da Igreja Católica. 11.ed. São Paulo: Loyola, 2001.

Le Curé D’Ars, VIe de Jean Baptiste Marie Vianney. L’Abbé Alfred Monnin. Paris: Charles Douniol Libraire Éditeur, 1861. 539p.

Thomas de Saint-Laurent. O livro da Confiança. São Paulo: Ed. Retornarei. 2019. 93p.

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Projeto Futuro e Vida no Centro Educacional Thomas Edson

O Centro Educacional Thomas Edson foi palco, no dia 11 de março, da apresentação musical promovida pelo Projeto Futuro e Vida. Os alunos do 6º ao 9º anos participaram com uma alegria exemplar de todas as peças que foram tocadas pelo conjunto musical dos Arautos do Evangelho.

O ritmo foi marcado pelas palmas e as melodias foram reforçadas por centenas de vozes que acompanharam toda a apresentação.

Parabéns aos alunos do CETE-CEVIP pela disciplina e pelo entusiasmo que mostraram!

Veja as fotos.

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CANTATA DE NATAL NA PARÓQUIA SÃO JOÃO BATISTA

No domingo, 23 de novembro, em que se celebrou Cristo Rei, solenidade que encerra o ano litúrgico, o coro e orquestra dos Arautos do Evangelho de Vitória deram início às tradicionais apresentações musicais de fim de ano.

Os fiéis da igreja matriz de São João Batista, em Cariacica Sede, acompanharam com muita devoção e entusiasmo o repertório que constou de peças tradicionais do Natal –  “Imensa alegria”, “Glória a Deus nas alturas” e “Noite feliz” – além de duas músicas clássicas de Amadeus Mozart que fazem-nos reviver as alegrias desta época tão festiva: “Passeio de Trenó” e “Sinfonia dos Brinquedos”.

O pároco, Pe. Antônio Peroni, assistiu todo o concerto e no fim dirigiu aos fiéis palavras muito belas e inspiradas que demonstraram o carisma de pastor deste zeloso sacerdote.

Outras apresentações já estão agendadas em diversas paróquias da nossa querida Arquidiocese de Vitória, entre em contato conosco e intere-se das datas e horários.

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A inocência à busca da Inocência

No dia 25 de dezembro, o Revmo. Pe. Antônio Carlos Coluço EP, celebrou a Missa de Natal na Paróquia Bom Pastor, em Campo Grande.

A cerimônia foi muito abençoada. Durante a homilia, explicou-se a história da redenção, desde o pecado de Adão e Eva até o nascimento do Homem-Deus. O celebrante discorreu também sobre a Graça e a sua importância em nossas vidas dizendo que “nós não somos capazes de realizar atos que estão acima de nossa natureza”, mas a Graça age em nossas almas assim como a luz do sol se filtrando pelo vitral ou o fogo transformando o ferro em brasa.

No fim, após a benção, o Pe. Coluço convidou a todos para se aproximarem e oscularem o Menino Jesus que foi introduzido em solene cortejo. Por mais de meia hora os fiéis, em fila, veneraram a imagem do Menino Deus que nasceu liturgicamente para nós nessa noite santa.

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Cantata Natalina na Comunidade Santa Luzia

Com muita alegria os Arautos do Evangelho realizaram uma apresentação natalina para os fiéis da comunidade Santa Luzia em Vila Velha no dia 16 de dezembro de 2013.

Após o auto de Natal, que foi apresentado pelas crianças da catequese, os jovens músicos dos Arautos executaram peças de Leopold Mozart, além de músicas populares natalinas de diversos países.