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Fazer todas as ações por Maria, com Maria, em Maria e para Maria Resumo do Tratado (IX – Final)

A prática mais perfeita de devoção a Maria Santíssima é interior e é representada, no Tratado da Verdadeira Devoção, por quatro palavras, cujo sentido mais profundo São Luís nos apresenta de forma clara: Fazer todas as coisas por, com, em e para Maria. Eis a prática santificante para nos unirmos mais especialmente a Jesus e, pelo favor do Espírito Santo, alcançarmos a mais alta perfeição. Isto é o que este  IX e último Resumo do Tratado aborda de forma sucinta e atraente. Após, seguirá o texto da Consagração.

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Diversas práticas exteriores, que nos fazem crescer no amor a Jesus e Maria, além de servirem para edificação do próximo, sugeridas por São Luís Maria G. de Montfort – Resumo do Tratado (VIII)

O essencial da devoção a Nossa Senhora, conforme São Luís G. de Montfort, consiste no interior. Porém não se deve abandonar as práticas exteriores, pois, sobretudo, quando bem feitas, concorrem para nos fazer crescer no amor de Deus e de Maria. Servem também de bom exemplo para o próximo – pois não as fazemos por vangloria, mas com puro amor. Além da “Consagração depois dos exercícios preparatórios” (Resumo 7), vamos neste oitavo Resumo do Tratado conhecer outras práticas, sugeridas pelo grande Santo. 

A Saudação Angélica – Ter devoção em rezar a Ave-Maria ou Saudação Angélica é importante prática exterior do verdadeiro devoto de Maria

2. A Coroinha da Santíssima Virgem

Rezarão todos os dias de sua vida, mas sem a isso se obrigarem, a coroinha da Santíssima Virgem. Esta se compõe de três Pai-Nossos e doze Ave-Marias, em honra dos doze privilégios e grandezas da Santíssima Virgem.

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Os exercícios espirituais preparatórios para a Consagração solene a Nossa Senhora – Resumo do Tratado (VII)

Nos próximos dois Resumos do Tratado (ns. 7 e 8), vamos nos dedicar às práticas exteriores, recomendadas por São Luís Grignion de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção. Começaremos, neste Resumo n. 7, conhecendo os exercícios espirituais que são propostos como preparação à Consagração. Sua utilidade e importância se verificam, sobretudo, quando os praticamos com fidelidade, atenção e devoção sincera e profunda. Façamo-los em união com este grande santo mariano e veremos as maravilhas que a Graça irá operar em nossas almas, levando-nos a uma entrega mais completa à Mãe de Deus e nossa

CAPÍTULO VI

Práticas particulares desta Devoção

PRÁTICAS EXTERIORES

1. Consagração depois dos exercícios preparatórios

Aqueles que quiserem seguir esta Devoção, primeiro dedicarão no mínimo doze dias a esvaziar-se do espírito do mundo, contrário ao de Jesus Cristo. Depois dedicarão três semanas em encher-se de Jesus Cristo, por meio da Santíssima Virgem. Eis a ordem que se pode observar.

Durante a primeira semana, oferecerão todas as orações e atos de piedade para pedir o conhecimento de si mesmo e a contrição de seus pecados. Pedirão a Nosso Senhor e ao divino Espírito Santo que os esclareça, repetindo as palavras: “Senhor, que eu veja!”. (Lc 18,41) Ou: “Que eu me conheça!” Ou: “Vinde, Espírito Santo!” Rezarão todos os dias a ladainha do Espírito Santo. Recorrerão à Santíssima Virgem, pedindo-lhe esta grande graça, que deve ser o fundamento de todas as outras. Para isso dirão todos os dias o “Ave Maris Stella” e a ladainha de Nossa Senhora.

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Para a maior glória de Deus, imitação de Jesus e bem do próximo, nos damos por inteiro na perfeita devoção a Nossa Senhora – Resumo do Tratado (VI)

Pertencer inteiramente a Jesus Cristo, colocar nas mãos de Maria Santíssima o que temos e somos: Eis o ideal apresentado por São Luís Maria Grignion de Montfort a todo aquele que quer se consagrar, sem reservas, ao serviço de Deus e do próximo e, com isso, perseverar no Bem. Qual a natureza desta devoção? Leiamos com atenção este sexto resumo do Tratado.¹

 CAPÍTULO IV

Natureza da Perfeita Devoção à Santíssima Virgem Maria

Esta devoção consiste em nos darmos inteiramente à Santíssima Virgem, para que por ela pertençamos inteiramente a Jesus Cristo. É preciso dar-lhe:

1° Nosso corpo, com todos os seus sentidos e membros;

2° Nossa alma, com todas as suas potências;

3º Nossos bens exteriores, chamados de fortuna, presentes e futuros;

4° Nossos bens interiores e espirituais, que são os nossos méritos virtudes e boas obras passadas, presentes e futuras.

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Escolha da verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria – Resumo do Tratado (V)

Existem falsas devoções à Santíssima Virgem Maria? E se existem, no que consiste a verdadeira devoção a Nossa Senhora? Com verdadeira didática, São Luís Maria de Montfort aborda esta interessante e benéfica temática, nos indicando – de forma vigilante – como recusarmos as falsas devoções e abraçarmos com segurança aquela que é verdadeira. Acompanhemos o Santo mariano neste quinto Resumo do Tratado da Verdadeira devoção à Santíssima Virgem.

CAPÍTULO III

Escolha da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria

Sinais da Falsa e da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem Maria

São Domingos recebendo o rosário

Guardemo-nos das falsas devoções. Tenhamos cuidado para não sermos como os devotos críticos, que não acreditam em nada e criticam tudo; os escrupulosos, que temem ser demasiado devotos da Santíssima Virgem, por respeito para com Jesus Cristo; os exteriores, que fazem consistir toda a sua devoção em práticas externas; os presunçosos, que, ao abrigo da sua falsa devoção à Santíssima Virgem, apodrecem nos seus pecados; os inconstantes que, por leviandade, variam as suas práticas de devoção, ou as deixam completamente à menor tentação; os hipócritas, que entram em confrarias e usam as insígnias da Virgem a fim de se passar por bons, e finalmente, os interesseiros, que só recorrem à Santíssima Virgem para ser livres dos males do corpo, ou obter bem temporais.

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Jesus Cristo é o fim último da devoção à Virgem Maria, medianeira de todas as graças – Resumo do Tratado (IV)

São Luís Maria Grignion de Montfort deixa claro o quanto Jesus Cristo, o nosso Advogado e Medianeiro de Redenção deve ser o fim último de todas as nossas devoções. Demonstra o quanto Maria Santíssima desempenha a caridosa missão junto a Ele, como medianeira de todas as graças, para que possamos esvaziar-nos de nós mesmos, amá-Lo ternamente e servi-Lo com fidelidade. Eis o que nos traz este quarto resumo do Tratado.¹

CAPÍTULO II

Verdades Fundamentais da Devoção a Maria

Jesus Cristo é o Fim Último da Devoção à Virgem Maria

Jesus Cristo deve ser o fim último de todas as nossas devoções; senão elas seriam falsas e enganadoras. Jesus é o alfa e o ômega, o princípio e o fim de todas as coisas. Não nos foi dado, debaixo do Céu, outro Nome pelo qual devamos ser salvos, senão o Nome de Jesus.

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