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MAIS PERTO DE DEUS…

26Quando vemos por fotografias, ou quiçá pessoalmente, um belo panorama com montanhas, rios, vegetação exuberante, lembramo-nos do Criador de todas estas maravilhas – Deus – e lembrando-nos de nossas aulas de catequese, olhamos para o céu material talvez na esperança inocente de contemplar o espiritual e eterno.

Porque olhamos para o céu?

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NO PICO DA BANDEIRA

“A juventude foi feita para o heroísmo”, dizia o poeta francês Rostand. Heroísmo em tudo, sobretudo em praticar as virtudes, esforçar-se — com a ajuda da graça — a ser aquilo que Deus quer de nós. E Deus não pode querer senão algo de bom, belo, elevado. E há certas atividades que lembram muito esse esforço para chegar a algo de grande. Foi o que fizeram os Arautos quando decidiram: “Vamos escalar o Pico da Bandeira!”

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Missionários em busca de almas!

Se a descoberta das Américas descortinou novos panoramas políticos e econômicos para a Europa no século XVI, não menores perspectivas abriu para a Igreja no campo espiritual. Aqui aportavam as naus repletas de ousados colonizadores e dedicados religiosos que, abandonando o continente civilizado, aventuravam-se pelas terras do Novo Mundo. Semelhantes na coragem, muito divergiam eles, porém, nos objetivos. Segundo expressão do Padre Anchieta, desembarcavam “os expedicionários em busca de ouro para as arcas do Rei, e os padres em busca de almas para o tesouro do Céu”.

Essa coragem missionária que animava o coração do “Apóstolo do Brasil” deixou no litoral no Espírito Santo uma lembrança que perpetua até hoje e nos faz sentir a fragrância da sua caridade evangelizadora.

A Igreja Nossa Senhora da Assunção é uma das mais antigas do Brasil. Monumento histórico que deve sua construção ao padre José de Anchieta. É composta por um conjunto histórico – Igreja de Nossa Senhora da Assunção e a antiga residência do “Apóstolo do Brasil”, hoje Museu Nacional de Anchieta.

Construída no século XVI, provavelmente ela não estava totalmente pronta quando ele faleceu, no ano de 1597. Isso explica o fato de Anchieta não ter sido sepultado nela como era costume dos jesuítas, e sim, na igreja de Santiago, em Vitória, que é hoje o Palácio Anchieta, sede do Governo do Estado. Só depois de algum tempo toda a obra ficou concluída.

A edificação da Igreja foi feita com o trabalho dos índios catequizados. Na obra, empregaram-se pedras e blocos de recife presos com argamassa feita com óleo de baleia. Era desta maneira que os jesuítas construíam seus templos no Brasil.

Junto à Igreja, construiu-se a residência dos padres. Ainda hoje quem observa a histórica edificação, no alto do morro sobre a foz do rio Benevente, nota que sua fachada é formada pela Igreja e pela antiga residência dos jesuítas.

Nessa residência moravam os padres, para darem melhor assistência aos numerosos índios da aldeia de Rerigtiba. Acredita-se que o Padre Diogo Fernandes, companheiro de Anchieta, tenha sido o primeiro jesuíta a ser enterrado na Igreja de Nossa Senhora de Assunção. O edifício também constitui atualmente, precioso patrimônio histórico onde funciona o Museu Anchieta.

Na espaçosa praça, em frente à matriz, encontra-se, desde 1922, o busto de bronze do Padre José de Anchieta.

Quando se deu a expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, a igreja de Nossa Senhora da Assunção tornou-se a Matriz da vila Benevente. Os cômodos da residência onde tinham morado os padres passaram a servir de Câmara Municipal, cadeia pública, Fórum e aposentos do Juiz da Vila. Pessoas importantes, de passagem por Benevente, hospedaram-se ali. Em 1860, o Imperador Dom Pedro II, ao viajar pelo Espírito Santo, visitou o histórico edifício. Desde a expulsão dos jesuítas, foram muitas as obras feitas, tanto na Igreja, como na antiga Residência Jesuítica, modificando a construção original.

Veja abaixo as fotos:

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O grande tesouro

Após a Missa matutina
O segundo estandarte (direita) é o dos
Arautos de Vitória

Férias! Tempo para muita coisa… inclusive para procurar — e encontrar! — um tesouro.

Isso aconteceu com os jovens de Vitória ao passarmos as férias em São Paulo. Mais propriamente participar do interessante Curso de Férias com os Arautos do Evangelho.

Mas, que tesouro encontramos?

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Conhecendo o Espírito Santo

Quem é Deus?

Uma pequena pergunta, a qual exige para sua resposta nada mais, nada menos, do que todo um universo criado! Sim, um universo, pois este o que nos faz senão falar de seu Criador? Mons. João S. Clá Dias, EP, Fundador dos Arautos do Evangelho, nos dirá: “Toda a Obra da Criação leva o selo de Deus. Tal qual um relojoeiro que produzisse relógios de boa qualidade; todos os relógios sairiam com a marca dele, relojoeiro. E Deus não podia ser diferente. Ao criar todo o universo, colocou o selo d’Ele, Deus, em tudo aquilo que Ele criou. Há um selo de Deus que marca extremamente entre o Pai, o Filho e Espírito Santo.” (Homilia do Domingo da Segunda Semana do Tempo Comum — 14/1/2007).

Animados por essa convicção, os jovens do Centro Juvenil de Vitória foram à busca da contemplação deste “selo de Deus” na Criação fazendo uma rápida e abençoada viagem à Vista Linda. No caminho, apenas pararam para degustar uma saborosa água de coco.

Localizando-se na subida de Domingos Martins, o lugar possui, como o próprio nome diz, uma vista deslumbrante de boa parte da cadeia de montanhas da região. Além disso, possui interessantes atrativos como o relógio movido a água e o menor teatro do mundo encenando a paixão de Nosso Senhor, ambas criações do antigo proprietário Sr. Arlindo.

Após tomarem parte de todas as atividades, participaram de uma pescaria que foi motivo de exclamações e muita alegria, prova de que os jovens podem se divertir sem que para isso seja necessário ofender a Deus ou desrespeitar normas e princípios.

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Viver é estar juntos…

No dia 14 de Outubro os Arautos promoveram uma viagem à cidade serrana de Domingos Martins, a cerca de 50 km da capital espiritosantense, com os jovens participantes do Projeto Futuro e Vida e seus familiares. 

Apesar do clima nublado o entusiasmo não faltou.

Acolhida entre belas montanhas e com clima muito agradável, a cidade de Domingos Martins é de colonização alemã e, como tal, possui ruas e casas pitorescas com muitas flores, jardins e boas docerias…

A Cascata do Galo, a cerca de 4 km do centro, foi a nossa primeira parada. Com seus mais de 40 metros de queda d’água, essa cascata atrai a atenção de quem passa pela estrada e lança um “encantador desafio” para quem queira atingir seu topo.

Depois de um super almoço seguimos para a Pedra Azul, região ainda mais privilegiada pelo encanto da natureza e o clima europeu. Lá, o Revmo. Pe. Santiago Canals EP, celebrou a Santa Missa na capela de uma das propriedades locais tendo como magnífica moldura a pedra que, em determinadas épocas do ano, adquire uma tonalidade azul e que dá o nome a essa região do estado.