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São Carlos Borromeu: o Santo que indicou e percorreu o caminho da Cruz

Ficamos impressionados, ou melhor, movidos à adoração d’Aquele que nos aconselhou a sermos como Ele, que é “manso e humilde de coração”, ao se manifestar não só em sua divina Misericórdia, mas também na sua Justiça, ao reprovar o mal.

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Frase: Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho, para fazê-lo assentar-se com os nobres do seu povo.

Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho,
para fazê-lo assentar-se com os nobres do seu povo. (Sl 11,7)

Eis uma alegoria que bem pode expressar o significado destas palavras do Salmista.

Imaginemos um camponês dos remotos tempos da Idade Média, habitando uma singela casa rural. Certo dia um emissário real anuncia que o soberano resolveu adotá-lo como filho, tornando-o assim irmão de seu primogênito, e também herdeiro. Após o primeiro instante de estupefação de seu interlocutor, ante perspectiva de honra tão extraordinária, o mensageiro continua: ‘O monarca, entretanto, quer transformar tua casa num palácio e vir morar aqui, a fim de estabelecer um relacionamento estreito e diário contigo’. De todos os privilégios enumerados, este seria, sem dúvida, o mais excelente, pois se grande é a vantagem de pertencer à família real e ser possuidor de inúmeras riquezas, muito maior é a de ser contado entre os íntimos de sua Majestade!¹

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Nossa Senhora do Rosário de Fátima

É próprio da boa mãe, que ama seu filho, não ser indiferente às suas necessidades e aflições e, sobretudo, quando este se encontra em perigo e anda por vias tortuosas rumo ao desastre: prestimosa, ela vai a seu socorro. Ora, se assim é com qualquer dedicada mãe, o que não dizer d’Aquela que é a melhor de todas as mães, a Mãe de Deus e nossa?

Considere o leitor esta que é uma das maiores manifestações de amor de Nossa Senhora. Ela aparece em Fátima, em 1917, para os três pastorzinhos, Lúcia, Francisco e Jacinta. Misericordiosamente adverte à humanidade que se afasta de Deus quanto aos castigos que se precipitarão sobre os homens caso não deixem de ofendê-Lo, indica os meios de salvação e promete o triunfo, por fim, de seu Imaculado Coração, o Reino de Maria.

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A benquerença no convívio humano

Imagem do Sagrado Coração de Jesus, que pertenceu a Dona Lucilia

“O homem é um lobo para outro homem”. ¹ Esta chocante frase de Plautus talvez não nos cause tanta má impressão quanto a do filósofo Sêneca: “Tornei-me ainda mais cruel e menos homem, porque estive entre os homens”.² Como explicar que possamos ser um lobo para o próximo e tratá-lo com crueldade? Por que será que presenciamos a crescente falta de respeito, ou desprezo, e até mesmo a agressividade no trato com o próximo?

Com efeito, está na nossa natureza o desejo de nos relacionarmos. O trato com o outro nos é necessário, e nosso instinto de sociabilidade reclama o convívio. Mas esse instinto mal conduzido e desequilibrado degenera num relacionamento não raramente marcado por desastres que nos chocam. Qual a real causa das crueldades hodiernas existentes no trato humano?

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A Ressurreição: a Festa de nossa Esperança

Semana Santa! São muitas as considerações a que somos especialmente convidados e maternalmente admoestados pela Igreja a realizar: Nosso Senhor Jesus Cristo sofrendo a Paixão e, por fim, ressuscitando gloriosamente ao terceiro dia, para a nossa salvação.

Diante de tal mistério salvífico, queremos propor ao caríssimo leitor – que nos honra em nos acompanhar – não simplesmente a leitura deste curto artigo, mas, sim, um fraterno convite à meditação, um partilhar consigo das palavras que – bem podemos imaginar – serão ditas por Nosso Senhor a cada um de nós, se tomarmos como ponto de partida as nossas imperfeições. Estas palavras constituem uma divina lamentação do Homem-Deus, carregadas de misericórdia sim, mas também de severa cobrança e justiça, sendo dirigidas a todos os homens e procurando nos guiar na integridade de Seu seguimento.

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2017: Curso de Teologia com os Arautos do Evangelho

Ninguém põe em dúvida o quanto necessitamos do pão material para nossa existência natural. O próprio Salvador, tomado de compaixão pela multidão que o acompanhava no deserto, multiplicou o pão magnificamente, saciando a fome de todos (Mc 6, 35-44).

No entanto, Nosso Senhor nos ensinou que “não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus” (Mt 4, 4).

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