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O BURACO DA FECHADURA

Certa casa estava infestada por um bando de ratos, mas, afinal seus donos conseguiram um gato muito eficaz em suas expedições “raticidas”. Essa foi a razão pela qual reuniu-se uma assembleia dos roedores para deliberarem como enfrentar a nova ameaça.

Surgiram as ideias mais variadas. Um dos ratos parecia de ter encontrado a solução:

— Senhores, a solução é colocar um guizo bem audível no pescoço do gato. Assim, quando ele se aproximar fugimos todos!

Aplausos, “vivas”, “apoiado”, etc. se fizeram ouvir. Quando o alarido inicial diminuiu, um ratinho idoso, esperto, com muita experiência da vida, interveio:

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PENSANDO… NAS PRÓXIMAS FÉRIAS

No começo das aulas do segundo semestre ocorreu uma coisa curiosa: os aspirantes dos Arautos do Evangelho recordavam o clima de expectativa que havia… no final do semestre anterior. Apurando o ouvido, alguém poderia ficar intrigado: nos últimos dias de aula uma expressão era repetida inúmeras vezes: CURSO DE FÉRIAS.

Surgem dois “porquês”:

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O grande tesouro

Após a Missa matutina
O segundo estandarte (direita) é o dos
Arautos de Vitória

Férias! Tempo para muita coisa… inclusive para procurar — e encontrar! — um tesouro.

Isso aconteceu com os jovens de Vitória ao passarmos as férias em São Paulo. Mais propriamente participar do interessante Curso de Férias com os Arautos do Evangelho.

Mas, que tesouro encontramos?

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Pilares da vida religiosa: pobreza, castidade e obediência

No dia 13 de janeiro, iniciou-se mais um Curso de Férias dos Arautos do Evangelho! A abertura deu-se com uma solene Missa celebrada na basílica de Nossa Senhora do Rosário.

A cada semestre os Arautos do Evangelho elegem um tema que servirá para a formação de todos os participantes do encontro. Desta vez, o tema escolhido foi: “a vida religiosa”.

No primeiro dia, a abordagem foi sobre a pobreza religiosa. Foram apresentados vários teatros, entre eles a vida de São Martinho de Tours, a conversão do grande São Francisco de Assis e o episódio de Ananias e Safira com São Pedro, narrado nos Atos dos Apóstolos.

Já no segundo dia, foi a beleza da virtude angélica da castidade. Numa atrente palestra ministrada pelo Pe. Mauro Sérgio dos Arautos do Evangelho. Vimos que Deus quer perto de Si certos homens com um chamado especial, os quais ele chama à vida religiosa. Foram encenadas as histórias de São José, varão castíssimo; São Luís de Gonzaga, padroeiro da juventude; e de Balduíno IV, Rei de Jerusalém.

No terceiro dia, assistimos a um concerto na basílica de Nossa Senhora do Rosário, a fim de conhecermos mais um pouco desta arte tão bela que é a música. O coro e orquestra eram compostos por mais de 80 jovens músicos. Com a intenção de presentear todas as unidades dos Arautos que alí presentes, confeccionaram-se belíssimos estandartes com o símbolo do padroeiro de cada comunidade.

No quarto dia do Curso de Férias, tratou-se sobre a obedencia. Para tal, foi-nos encenada uma belíssima peça teatral retratando a criação e a prova dos anjos.

O quarto dia, entretanto, foi um pouco diferente. Depois de conhecerem bem a importância dos três pilares da vida religiosa, o expositor levantou um debate a propósito da obediência: deve-se obedecer em todas as hipóteses, ou não?

Rapidamente, o auditório se dividiu em vários partidos que, a todo custo, lutavam por sua “bandeira”. Foram constituídos grupos de estudo para solidificar seus argumentos em torno de um ponto em comum. Após este preparo, iniciou-se um debate. Todos puderam expor seus argumentos, utilizando de fontes como os Padres da Igreja, Catecismo da Igreja Católica, doutores e moralistas, bem como fatos da vida do fundador dos Arautos do Evangelho, Monsenhor João Clá.

Conclusão: quem obedece nunca erra, exceção feita de uma ordem que leve ao pecado.

Passados os cinco primeiros dias do encontro, já havíamos lucrado muitos ensinamentos. Foi-nos então apresentada, em forma de teatro, uma estória de cunho catequético, criada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, para explicar como é a prova que o homem deve passar aqui na Terra.

Nesse conto, um rei sofre a perda de sua esposa e de seu filho por causa de uma doença que os acometera. Certo dia, porém, enquanto ouvia o salmo responsorial da Santa Missa, recebeu um sinal da providência…Sua descendencia não acabaria!

Contudo, ele tinha ainda algumas dúvidas… E, enquanto caminhava para a residência do Cardeal, o povinho se acotovelava para ver o monarca. Em certo momento, ouve-se um brado de aclamação dado por um jovem detentor de grande veneração pelo rei. Essa voz fez-lhe lembrar o filho que perdera.

O rei perguta-lhe sua idade e o menino responde: “Quatorze anos, senhor meu rei”. E o rei diz: “Era a idade que meu filho teria se estivesse vivo”…

O Rei tem uma enorme afeição pelo jovem e, com a permissão do pai, convida-o para ser seu filho e herdeiro do trono! O pequeno Miguel de então tornara-se o “príncipe Miguel”. Aprende os costumes da corte, o manuseio das armas, as ciências matemáticas e naturais, as letras, etc.

Passados dois anos de convívio, o rei ficou apreensivo com o futuro de seu novo filho. Apesar de confiar em suas qualidades, restava ainda saber se o Príncipe Miquel possuía um amor verdadeiro pelo rei. Decidiu, então, pô-lo a prova com a intenção de examinar a pureza de intenção do futuro rei. O jovem se portou excelentemente bem, sem, todavia, resolver os almejos que o soberano levava em seu coração.

O rei manda chamar seu filho nos aposentos reais e inflige-lhe uma última e dura prova. Um oficial de alto posto fora preso pelo adversário. Para libertá-lo, precisariam fazer alguma tratativa com os inimigos. Por isso, o monarca ordena que o príncipe se ofereça como prisioneiro no lugar do graduado militar. O príncipe, com grande dor, aceita tudo e parte rumo a missão, mas, quando estava para cruzar o portão do palácio… O rei manda chamá-lo e recebe-o com todo afeto, pois ele havia passado a última prova com total perfeição.

Realiza-se, então, a cerimônia de coroação do principe.

Como aplicação deste último teatro, podemos concluir que Deus faz tudo conosco para nos provar e purificar aqui na terra, para depois gozarmos das alegrias no céu!

Para finalizar o congresso, realizou-se um jantar de despedida com cerca de 650 pessoas. Foi servida uma excelente pizza feita pelos próprios arautos e, no fim, depois do sorvete, uma lembrança foi dada a todos os participantes do curso.

Sem dúvida, essa viagem de férias foi ocasião de inúmeras graças para nossos jovens capixabas.

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As conversões operadas por Deus no Natal

Feito homem o próprio Criador, podemos dizer que o mundo nunca mais foi o mesmo. São Tomás de Aquino nos diz que Nosso Senhor quiz ser batizado, entre outras razões, para purificar as águas. E o mesmo aconteceu com todos os outros elementos: a terra foi santificada porque seus divinos pés a pisaram; o ar, porque Ele o respirou; o fogo ardeu com maior vigor e pureza.

Nosso Senhor Jesus Cristo realmente divide a história em duas, não é por acaso que se contam os anos a partir de seu nascimento. Antes dEle a humanidade era uma, e depois passou a ser diametralmente outra. São duas histórias… quase poderíamos afirmar serem dois universos…

Uma conversão operada pelas graças do Santo Natal foi o tema da peça de teatro realizada pelos jovens do projeto Futuro e Vida no dia 21 de Dezembro.

Josef, menino tirolês que tinha o ideal de ser um cantor no coro de sua cidade, mas para o qual Deus tinha outros desígnios: portar a imagem do Menino Jesus na Missa de Natal. Entretanto o pequeno Josef esquece a imagem em sua casa e quando volta para pegá-la depara-se com três visitantes, ou melhor, três ladrões que invadiram sua casa em plena noite de Natal. A inocência do menino e a leitura dos Evangelhos, serviram de pretexto para a graça atuar nos corações dos três pobres almas que haviam se desviado do caminho da virtude e eles acabam, todos, indo participar da Missa na igreja matriz do povoado.

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Encenação teatral na paróquia São Pedro

Teatro sobre o Dízimo na igreja São Pedro, em VitóriaNo último domingo de Julho, mês especialmente dedicad0 ao Dízimo, os Arautos representaram uma peça teatral na paróquia São Pedro, Praia do Suá.

A história de dois pobres pedintes, que um dia se viram surpreendidos com a chegada do Rei, mas em vez de verem seus chapéus cheios de moedas de ouro, viram a mão do monarca que se estendia para eles e pedia uma esmola. Um deles teve compaixão e ajudou o Rei e o outro, de coração endurecido e rico em apegos, disse que se quizesse dinheiro, ele que fosse trabalhar. Vimos através desta singela história que há mais alegria em dar do que em receber. Veja as fotos.[Gallery not found]