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Amores inseparáveis

Assim como não é possível separar dois lados de uma moeda, ou o calor do fogo, assim também há dois amores inseparáveis na alma de todo católico digno deste nome: o amor a Deus e o amor à Igreja.

O próprio Nosso Senhor estabelece esta unidade de dois amores num só, ao perguntar a São Pedro, o primeiro Papa: “Pedro tu me amas?”. Ante a resposta afirmativa, Jesus acrescenta, como quem quer uma prova deste amor: “Apascenta as minhas ovelhas”.

Como vê este amor uma grande santa? Read More

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Dois lados da mesma medalha

É comum encontrarmos na natureza belezas opostas, porém harmônicas. É o encanto de um minúsculo beija-flor ou mesmo de uma joaninha que bem podem estar próximos a um imenso pinheiro ou a uma catarata como a de Iguaçu, ou tendo à noite um céu estrelado em que, de um pontinho brilhante a outro podem distar milhões de anos-luz.


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Famintos de quê?

Fala-se muito — e com razão — da fome material de que muitos padecem pelas razões as mais diversas: injustiças, preguiça, vícios, imprevidências etc.

O que diríamos, porém, de um faminto que tivesse à sua disposição os melhores e mais substanciosos alimentos e continuasse faminto por não os querer comer?

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Com Jesus e Maria a 400 quilômetros da Terra

Imersos o mais das vezes no tram-tram da vida cotidiana muitos podem esquecer de coisas fundamentais: a começar… pelo fim: nossa vida nesse mundo é passageira, e apenas um período de prova para a vida eterna. A nós, pela nossa conduta cabe escolher se é realmente a eternidade feliz que queremos ou se é outra bem diferente.

Entretanto diante de situações pouco comuns que falam do imenso, do infinito, de panoramas que nos remetem para o Criador, o banal da vida cotidiana pode, por assim dizer, desaparecer. Foi o que aconteceu com alguns fatos narrados a seguir ocorridos com… astronautas, em pleno espaço, a centenas de quilômetros acima de nós.

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O Divino Abandonado

Uma pessoa que cresse na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, tivesse acompanhado sua Paixão e Ressurreição, e assistido à sua Ascensão, bem poderia se perguntar se era razoável, coerente, arquitetônico que Ele deixasse assim a Terra sem de alguma forma permanecer entre os homens por Ele redimidos.

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POR QUE A VERDADE DESPERTA O ÓDIO?

Acabara de dar as razões, as provas históricas e, sobretudo, os trechos do Evangelho pelos quais a Igreja Católica é a verdadeira religião fundada por nosso Divino Redentor. Procurei ser o mais claro possível e tornar esta verdade facilmente compreensível pelo meu interlocutor.

Qual não é minha surpresa quando ouço como reação:

Você provou e até provou bem. Mas exatamente por ser verdade eu não aceito! Eu odeio a verdade! Eu quero viver como eu quero! A verdade que vá às favas!

Despedi-me o mais amável que pude, mas não pude deixar de pensar comigo mesmo: como pode ser isso? Como pode alguém reconhecer que algo é verdade e precisamente por ser verdade, odiá-la?

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