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O SEGREDO DA EXPANSÃO DOS ARAUTOS DO EVANGELHO

Essa é uma pergunta que muitos fazem a nós Arautos do Evangelho: “como vocês se espalharam por tantos países e aumentam em número a olhos vistos? Qual o segredo dessa expansão?”

O artigo transcrito a seguir dá a resposta a tão compreensível pergunta.


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Qual o intuito do Sr. Andrea Tornielli ao atacar os Arautos do Evangelho? Criar um cisma na Igreja?

Quem lê os artigos e livros do prestigioso vaticanista, Sr. Andrea Tornielli, pode regozijar-se com a recordação da figura pitoresca de um camaleão. Assim, suas publicações registram uma arguta capacidade de adaptar-se ao ambiente em que se encontra, para desenvolver a sua atividade: soube sorrir para João Paulo II, afagar o pontificado de Bento XVI e, ao mesmo tempo, preteri-lo discretamente, quando já andava de braços dados com Francisco…

Recentemente, o Sr. Tornielli publicou um artigo polêmico no blog Vatican Insider, do jornal La Stampa: “Arautos, a doutrina secreta: ‘Correa incentiva a morte do Papa’”. Considerando a conhecida característica camaleônica do articulista, duas questões despontam a partir desta publicação: quais são as suas pretensões? Para que ambiente ele antecipa uma adaptação?

É interessante observar que o autor ressuscita, através do mencionado artigo, antigas, muito antigas, denúncias contra o Professor Plinio Corrêa de Oliveira, relativas à veneração que muitos lhe prestavam em vida, bem como à devoção privada a sua mãe, D. Lucília. Agora, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, é alvo dos mesmos ataques. Essas são acusações obsoletas, todas respondidas e devidamente refutadas conforme os ditames da mais estrita doutrina católica.

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Viva o Papa! Viva Dom Luiz Mancilha!

     O último 22 de fevereiro foi ocasião de dupla alegria para todos os fiéis da diocese de Vitória: Festa da Cátedra de São Pedro e 27º aniversário de ordenação episcopal de nosso arcebispo Dom Luiz Mancilha Vilela, ss.cc.

     Nascido em 06 de maio de 1942 na cidade de Pouso Alto, localizada nas “terras altas da Mantiqueira”, foi ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1968 em Belo Horizonte-MG, depois de um longo período de estudos levado com afinco. 18 anos mais tarde, recebeu a Ordenação Episcopal e em 03 de dezembro de 2002 foi nomeado por Sua Santidade o Papa João Paulo II Arcebispo de Vitória-ES.

     Nos quase onze anos como pastor desta arquidiocese, tem levado com esmero e paternal dedicação a missão de apascentar o rebanho de Cristo nestas terras capixabas. Em ação de graças por tantos benefícios recebidos do Céu, celebrou, Dom Luiz juntamente com seus dois bispos auxiliares Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias e Dom Rubens Sevilha, solene Eucaristia na Catedral de Nossa Senhora da Vitória, na qual se reuniram inúmeros fiéis e dezenas de sacerdotes e diáconos em sinal de comunhão fraterna.

     Durante a homilia, Dom Luiz exortou os fiéis a rezarem pelo atual Romano Pontífice Bento XVI, que no próximo dia 28 deixará seu Ministério Petrino para se dedicar a uma vida de oração e sacrifício, e para que o Espírito Santo ilumine os Padres Cardeais na missão de eleger o novo Papa, que deverá guiar a Igreja.

     No fim da Missa, os Arautos do Evangelho ofereceram ao seu pastor arquidiocesano um quadro dos Sagrados Corações de Jesus e Maria e tocaram o “Hino a Cristo Rei” e o “Hino Pontifício”, que tanto lhe agradam, como sinal de gratidão por sua solicitude pastoral.

     E mais uma vez, viva o Papa! Viva Dom Luiz Mancilha!

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Sempre jovem e padroeiro da juventude

“A Jornada Mundial da Juventude em Madrid renovou nos jovens o chamado a serem o fermento que faz a massa crescer, levando ao mundo a esperança que nasce da fé. Sede generosos ao dar um testemunho de vida cristã, especialmente em vista da próxima Jornada no Rio de Janeiro”.

Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto de 2011.

Aproximando-nos desse evento que reunirá no Rio de Janeiro este ano milhões de fiéis, convém que saibamos bem o que é ser jovem.

Ao consultarmos um dicionário encontraremos no verbete “juventude” a seguinte definição: “Parte da vida do homem entre a infância e a idade viril: o brilho da juventude. Estado de uma pessoa jovem. Fig. Energia, vigor, viço”.

Mas hevará um sentido a mais na “juventude” que uma simples passagem entre duas fases da vida?

O conhecido escritor americano de origem alemã, Samuel Ullman (1840-1924), em seu famoso poema Youth (Juventude), soube traduzir esta cativante questão tão bem solucionada pelo ensino cristão:

“A juventude não corresponde a um período de nossa vida, mas sim a um estado de espírito, uma resultante da vontade, um predicado da imaginação, uma intensidade emotiva, uma vitória da coragem sobre a timidez, do gosto pela aventura sobre o amor ao conforto.

Não envelhecemos por termos vivido um certo número de anos. Ficamos velhos porque desertamos nosso ideal.

Os anos enrugam a pele; renunciar a um ideal enruga a alma. As preocupações, as dúvidas, os temores e os desesperos, eis os inimigos que, lentamente, nos fazem inclinar rumo à terra e tornar-nos pó antes da morte.

Serás tão jovem quanto tua fé; tão velho quanto tua dúvida. Tão jovem quanto tua confiança em ti mesmo; tão velho quanto teu abatimento.”

Com estas vistas sobrenaturais, bem compreendemos como o mestre da juventude, São João Bosco, caminhou com tanta segurança, alegria e mesmo ufania nas vias da velhice. O corpo envelheceu, mas o espírito permaneceu jovem, por estar sempre voltado para o supremo ideal, que é a glória de Deus e o bem do próximo.

 

Fontes:
Revista Arautos do Evangelho – nº 71 – novembro 2007
Site da JMJ Rio2013 – http://www.rio2013.com/pt

 

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Labor apostólico musical

“Semear no mundo a esperança da paz através da linguagem universal da música”. Com estas palavras o Papa Bento XVI encerrou o seu discurso de agradecimento ao Concerto da West-Eastern Divan Orchestra, no pátio do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, em 11 de Julho de 2012.

E como, para os Arautos do Evangelho, um dos principais meios utilizados para a “nova evangelização” é exatamente a música, neste mês de dezembro, o Coro e Banda juvenil ofereceu concertos musicais em diversas paróquias da Arquidiocese de Vitória.

Músicas tradicionais natalinas e peças eruditas – como Toy Symphony e Die Musikalische Schlitenfahrt de Leopold Mozart – foram executadas pelos jovens músicos, alguns dos quais são participantes do Projeto Futuro e Vida, e acompanhadas com manifesto entusiasmo pelos espectadores.

O cortejo final com a imagem do Menino Jesus, sob o cântico do Stille Nacht – Noite Feliz – foi sempre o momento auge do concerto, inspirando os fiéis a sentirem as graças da alegria e da inocência tão próprias ao Natal.

O livro “O inédito sobre os Evangelhos” de autoria de Mons. João Clá Dias, fundador dos Arautos do Evangelho, recém editado pela Libreria Editrice Vaticana, foi oferecido aos sacerdotes ao fim de cada apresentação.

16 de Dezembro – Paróquia Nossa Senhora da Glória, Vila Velha

20 de Dezembro – Paróquia São Francisco de Assis, Vila Velha

22 de Dezembro – Paróquia Beato José de Anchieta, Serra

23 de Dezembro – Comunidade Santa Rita, Guarapari

23 de Dezembro – Paróquia Nossa Senhora da Conceição, Guarapari

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A Fé sólida de São Francisco Xavier

Os seminaristas e responsáveis do Colégio Inglês de Roma, onde vários britânicos fazem estudos com vistas ao estado clerical, foram recebidos em audiência, no dia 3 de Dezembro, por Sua Santidade, o Papa Bento XVI, no Vaticano.

Em suas palavras o Santo Padre frisou a necessidade de se viver profundamente o amor a Deus e que, como consequência, esse amor deve despertar em nós o desejo de levar os outros a conhecê-lo. “As pessoas que encontraram realmente Cristo não podem ficar em silêncio em relação a ele”, disse o Papa.

Bento XVI disse ainda que bastam poucas pessoas com uma fé sólida para difundir o Evangelho no mundo.

São Francisco Xavier, cuja festa se celebra nesse dia, é um exemplo para os católicos de todos os tempos e, sobretudo, os de nossos dias. Esse santo, inflamado pela Caridade, abandonou as comodidades e uma carreira brilhante numa Espanha católica e se lançou na Evangelização do Oriente, indicando os caminhos do Céu para milhares de almas que foram, aos poucos, se mostrando sedentas de Deus.