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Quando fizerdes isso a algum desses pequeninos…

A generalidade do público tem pouco conhecimento de uma faceta muito própria aos Arautos do Evangelho, pois às vezes vive seu dia a dia um tanto longe das chamadas “periferias existenciais”, ou seja, aqueles que quase nada têm, ou estão longe, pois são da “melhor idade”, ou ainda não tiveram o conforto de um consolo materno — ou paterno —, ou sofrem isolados devido a inúmeras carências.

É em busca dessas “periferias” que os Arautos do Evangelho promovem ações sociais ainda pouco conhecidas, em boa parte porque são feitas por puro amor a Deus e ao próximo.

Entretanto, para que possamos atender muitas outras situações carentes, apresentamos aqui uma pequena amostra de algumas ações sociais já promovidas pelos Arautos. Veja o vídeo. E, depois, ajude-nos a ajudar.

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Dr. Plinio: O que mais me atraia em Nossa Senhora

Às vezes conhecemos pessoas que perdem a esperança de deixarem o estado de pecado em que estão. A razão de tal atitude é a falta da noção da imensidade de amor que Nossa Senhora tem por nós.

Mesmo em se tratando de pessoas que não chegaram tão fundo, a não compreensão deste amor de Nossa Senhora por ele (ou ela) os leva a desistirem de corrigir de defeitos pequenos ou grandes.

As palavras a seguir, de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, mostram o quão estão enganadas estas almas, pois, evidentemente, Nossa Senhora quer mais nos ajudar do que nós sermos ajudados.

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Frase: A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro

A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro.
Muito mais em partilhar a doutrina e em prestar serviços corporais.”¹

Não há o que baste ao falarmos sobre a necessidade de praticar as obras de misericórdia. Sabemos deverem ser elas – ensinadas pelo Divino Mestre, quer pela Sua inovadora doutrina, quer por Sua vida – praticadas na perfeição como Ele próprio nos mandou: “Sede perfeitos como vosso Pai que está nos Céus é perfeito” (Mt 5,48).

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REQUINTE DE MISERICÓRDIA

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Decorridos dois mil anos de Cristianismo, pouco fazemos ideia da novidade que representou na época o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Para nos atermos ao mais interno no homem, que é a sua relação com o Criador, consideremos que na Antiguidade os deuses pagãos eram apresentados muitas vezes como implacáveis juízes e algozes da humanidade. Inclusive, de algum modo, isso se passava com o povo eleito, o único a cultuar um só Deus, pessoal, eterno, origem de tudo.

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NA OUTRA PONTA DA VIDA

Fizeram tudo que podiam. Não mediram sacrifícios para cuidar da geração que agora dá vitalidade ao dia-a-dia. No caso de mães, quantas noites perdidas, quanta abnegação para entender o que dizíamos quando éramos bebês. Com que paciência nos ensinaram a andar. Quantas vezes — depois de uma estripulia nossa — mais que o curativo, o que nos aquietava era o carinho materno.

Sendo pais, quantas e quantas horas de trabalho estafante. E umas horas extras para poder comprar o nosso presente de aniversário. E todos os dias, na hora certinha, lá estava ele, pacientemente, à espera de nossa saída da escola. Quantos conselhos… que, na hora foram mal recebidos, mas deles só perceberíamos o acerto quando tivemos de dá-los a nossos filhos.

E eles agora Read More

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Prêmio injusto?

Muitas pessoas costumam associar a ideia de justiça à de igualdade. Dar por igual a todos seria praticar a justiça? Ou, pelo contrário, dar a cada um o que merece é a justiça?

Mas suponhamos que alguém resolva dar igualmente a pessoas com méritos ou esforços diferentes. Isso seria justiça?

Para elucidar devidamente essa questão vejamos o que diz o Mons. João Clá Dias, Fundador e Superior dos Arautos do Evangelho, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Bolivariana e em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (“Angelicum” Roma).

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