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Frase: A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro

A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro.
Muito mais em partilhar a doutrina e em prestar serviços corporais.”¹

Não há o que baste ao falarmos sobre a necessidade de praticar as obras de misericórdia. Sabemos deverem ser elas – ensinadas pelo Divino Mestre, quer pela Sua inovadora doutrina, quer por Sua vida – praticadas na perfeição como Ele próprio nos mandou: “Sede perfeitos como vosso Pai que está nos Céus é perfeito” (Mt 5,48).

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REQUINTE DE MISERICÓRDIA

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Decorridos dois mil anos de Cristianismo, pouco fazemos ideia da novidade que representou na época o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Para nos atermos ao mais interno no homem, que é a sua relação com o Criador, consideremos que na Antiguidade os deuses pagãos eram apresentados muitas vezes como implacáveis juízes e algozes da humanidade. Inclusive, de algum modo, isso se passava com o povo eleito, o único a cultuar um só Deus, pessoal, eterno, origem de tudo.

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NA OUTRA PONTA DA VIDA

Fizeram tudo que podiam. Não mediram sacrifícios para cuidar da geração que agora dá vitalidade ao dia-a-dia. No caso de mães, quantas noites perdidas, quanta abnegação para entender o que dizíamos quando éramos bebês. Com que paciência nos ensinaram a andar. Quantas vezes — depois de uma estripulia nossa — mais que o curativo, o que nos aquietava era o carinho materno.

Sendo pais, quantas e quantas horas de trabalho estafante. E umas horas extras para poder comprar o nosso presente de aniversário. E todos os dias, na hora certinha, lá estava ele, pacientemente, à espera de nossa saída da escola. Quantos conselhos… que, na hora foram mal recebidos, mas deles só perceberíamos o acerto quando tivemos de dá-los a nossos filhos.

E eles agora Read More

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Prêmio injusto?

Muitas pessoas costumam associar a ideia de justiça à de igualdade. Dar por igual a todos seria praticar a justiça? Ou, pelo contrário, dar a cada um o que merece é a justiça?

Mas suponhamos que alguém resolva dar igualmente a pessoas com méritos ou esforços diferentes. Isso seria justiça?

Para elucidar devidamente essa questão vejamos o que diz o Mons. João Clá Dias, Fundador e Superior dos Arautos do Evangelho, Doutor em Teologia pela Pontifícia Universidade Bolivariana e em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (“Angelicum” Roma).

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Cariacica homenageia o Sagrado Coração de Jesus

A solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebrada no último dia 7 foi tocante.

A celebração eucarística presidida por D. Rubens Sevilha, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Vitória foi concelebrada pelo Pe. Alexandro Firmino Barbosa, pároco da Igreja do Sagrado Coração de Jesus. O ato foi antecedido de uma procissão da qual participaram também os Arautos de Evangelho. Chegada à Matriz, a procissão foi recebida por uma alegre salva de fogos de artifício.

Os integrantes do Terço dos Homens participaram em grande número, pois como costumam afirmar: “acabou-se a época em que se achava que rezar é só para as mulheres. Nós homens fomos também criados pelo mesmo Deus, e queremos mostrar que O amamos pois é nosso Pai”.

Na homilia, Dom Rubens Sevilha ressaltou a confiança que devemos ter no Coração de Jesus, que é humano, mas que tem uma capacidade ilimitada de amar, por ser Deus. Nós nunca podemos, nem sequer pensar, que não nos será dado o perdão por qualquer pecado e que não somos mais amados por Deus.

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Vem muito a propósito citar trecho das revelações do Sagrado Coração a Soror Josefa Menéndez, freira espanhola que está em processo de canonização:

“Ah! Se as almas soubessem como as espero cheio de misericórdia! Não posso descansar senão perdoando!

Estou sempre esperando com amor que as almas venham a Mim! Venham!… Atirem-se nos meus braços! Não tenham medo! Conheço o fundo das almas, suas paixões, sua atração pelo mundo e pelos prazeres. Sei, desde toda a eternidade, quantas almas me hão de encher o Coração de amargura e que, para grande número, os meus sofrimentos e o meu sangue serão inúteis! Mas, como as amei, assim as amo…

Não é o pecado que mais fere o meu Coração… O que o despedaça é não quererem as almas refugiar-se em Mim depois de o terem cometido.

Sim, desejo perdoar e quero que as minhas almas escolhidas deem a conhecer ao mundo como o meu Coração, transbordando de amor e de misericórdia, espera os pecadores.

Queria mostrar às almas que nunca lhes recuso a minha graça, nem mesmo quando estão carregadas dos mais graves pecados, e que não as separo então daqueles que amo com predileção. Guardo-as todas no meu coração, para dar a cada uma o que seu estado reclama.

Não é pelo fato de estarem em pecado mortal que devem afastar-se de Mim. Não julgem que já não há remédio para elas e que nunca mais serão amadas como foram outrora!

Não, pobres almas, não são estes os sentimentos de um Deus que derramou todo o seu sangue por vós!

Sou Deus, mas Deus de amor! Sou Pai, mas Pai que ama com ternura e não com severidade.

É fácil esperar tudo do meu Coração!” (*)

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(*)Apelo ao amor, Sóror Josefa Menéndez, Editora Santa Maria, Rio de Janeiro