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O Divino Abandonado

Uma pessoa que cresse na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, tivesse acompanhado sua Paixão e Ressurreição, e assistido à sua Ascensão, bem poderia se perguntar se era razoável, coerente, arquitetônico que Ele deixasse assim a Terra sem de alguma forma permanecer entre os homens por Ele redimidos.

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Donde vem?

Um simpático grupo de jovens casais em visita à casa dos Arautos do Evangelho, tomava um lanche. As refeições, mesmo frugais, são sempre uma ocasião para um bom convívio. Aprendemos isso com nosso fundador, Mons. João Clá: “viver é estar juntos, olhar-se e querer-se bem”.

Havíamos assistido um vídeo sobre os Arautos em todo mundo, sua expansão, a diversidade de atividades etc. Uma compreensível pergunta veio de um dos pais:

— De onde vem toda a força dessa expansão? Porque é impressionante! Como em 12 anos vocês cresceram tanto, chegaram a tantos países?

É uma pergunta compreensível. Vejamos se a resposta o será.

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Visitando Assis

Há lugares marcados para sempre por pessoas que ali viveram, sobretudo se foram santos. Deixam um perfume da santidade que perfuma o ar como uma flor perfuma um jardim.

Um desse lugares é incontestavelmente Assis: a cidade ficou ligada indissoluvelmente a São Francisco, seu filho por excelência.

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Deus não se cansa

“É mais fácil nós nos cansarmos de pedir perdão, do que Deus se cansar de nos perdoar”.

Releia, caro internauta, a frase acima.

Foi ela proferida por lábios sacerdotais a poucos dias. Foi mais além para convencer que de Deus devemos esperar sempre o perdão. A única coisa pedida por Ele é estarmos arrependidos daquilo de errado que tenhamos feito.

Veja quando foram ditas estas palavras.

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Silêncio fecundo

“Quem não sabe ir das batatas às estrelas não é digno das batatas nem das estrelas” diz um ditado.

Esse princípio pode aplicar-se à variedade das atividades de um fim de semana na casa dos Arautos do Evangelho.

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Sagrado Coração de Jesus, mistério de amor indizível

No próximo dia 7 de junho, será comemorada a festa do Sagrado Coração de Jesus. Para nós que nascemos muito tempo após ela ser instituída, pode parecer um mero evento da liturgia católica. Todavia, quando olhamos para seu significado, vemos que é de uma grandeza incomensurável porque trata-se de um mistério de amor de Nosso Senhor Jesus Cristo por nós.

 No alto da Cruz, o Sagrado Coração de Jesus foi transpassado pela lança e então nasceu a Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Começou aí, de forma palpável para a humanidade, este mistério de amor profundo.

Além de todos os sofrimentos de sua agonia e morte, Nosso Senhor dispôs a nosso favor seu Sacratíssimo Coração.  Ardendo de desejo de torná-lo conhecido aos homens, Nosso Senhor veio a terra revelar este mistério, por meio de diversas a aparições e episódios místicos, a uma santa francesa, do século XVII, chamada Margarida Maria Alacoque.

Estas aparições muito contribuíram para a prática desta devoção ora desconhecida por muitos, sobretudo ao fato de, a partir de então, ser instituída na Santa Igreja esta festividade. Em vários fenômenos místicos, ela foi inebriada pelas Graças do Sagrado Coração de Jesus a ponto de várias vezes não saber se estava nos Céus.

Antes disso, alguns santos já haviam penetrado este mistério.  Santa Catarina de Sena foi uma dessas almas favorecidas. Em um de seus transes espirituais, viu emanar, à semelhança de uma fonte, do Sagrado Coração de Jesus três rios que correspondiam ao amor dispensado aos homens. Um era o amor às almas perfeitíssimas, outro aos que estão em luta pela santidade, outro pelos pecadores. Ou seja, não há quem esteja fora das águas desses rios, que são maiores que o mar. A todos esses o Sagrado Coração de Jesus ama e deseja ser amado por eles.

Nas aparições a Santa Margarida, Ele, apesar de já nos beneficiar com o fato de sua presença, deixou a nós homens uma mensagem. Mensagem esta que remove o mais fundo a alma:

“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim. Por isto te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para  honrar Meu Coração, comungando neste dia, e O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto sobre os altares”.

“Prometo-te que Meu Coração se dilatará para derramar os influxos de Seu amor divino sobre aqueles que Lhe prestarem esta honra”.

Embora já se passaram alguns séculos,  ela se mantém atual. Basta observar o estado de crise da sociedade moderna, quantas atrocidades acontecem em razão do desespero ou desamparo de alma. Entretanto por pior que se esteja uma sociedade, isso não é capaz, nem de longe, de subestimar os benefícios da Misericórdia do Sagrado Coração de Nosso Senhor. Se se gravita, o quanto mais forte, para longe d’Ele, tanto maior será a força com que ele nos atrairá.