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…E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA!

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”. (Mc 16, 15)

15_11_08-14 Ide pregar o Evangelho. Esta foi a ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo a todos os seus apóstolos. Também foram as palavras do Papa São João Paulo II em 2001 aos Arautos do Evangelho por ocasião de sua aprovação pontifícia.

Entretanto, esta frase não é dirigida apenas aos religiosos e missionários. Todos nós, como católicos apostólicos romanos, temos a obrigação de divulgar o Evangelho em nossos lares, comunidades e demais ambientes que frequentamos. Somos todos apóstolos de Cristo. 15_11_08-49

Seguindo este pensamento, no último domingo, dia 8 de novembro, os Arautos do Evangelho receberam seis novos cooperadores, também conhecidos como terciários. São eles leigos que, como pais e mães, procuram seguir e pregar a palavra de Deus e da Santa Igreja através de seu exemplo de vida.

Presidiu a missa de cerimônia o Pe. Jorge Antonini, Provincial dos Arautos do Evangelho da Região Sudeste, sendo concelebrada pelo Pe. Santiago Canals, que no último ano participou das atividades dos Arautos na Grande Vitória. 15_11_08-39

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POR QUE ESSE SILÊNCIO?

Quem lê os Evangelhos com devido cuidado e merecido respeito, pode, às vezes, perguntar-se por que Nossa Senhora é tão pouco mencionada.

É uma “minúcia”… que contém uma maravilha.

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A aurora da vida

É raro o brasileiro que desconheça este verso:

“Ah! que saudades que eu tenho
da aurora da minha vida
da minha infância querida
que os anos não trazem mais.

Como são belos os dias
Do despontar da existência!
Respira a alma inocência
Como perfumes a flor” ⁽¹⁾.

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O machado

Os orientais tem um modo poético de expressar verdades. Ao que parece, quanto mais sublime a verdade, mais poéticos se tornam. Veja, por exemplo, esse ditado:

“Seja como o sândalo que perfuma o machado que o fere”.

Ouvi um amigo de origem oriental expressar-se assim ao ler o artigo do Mons. João Clá cujo texto vem a seguir:

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“A solução aos problemas espirituais do homem do século XXI”

No próximo dia 28 de novembro, será lançado em Roma o livro “L’inedito sui Vangeli” (O inédito nos Evangelhos), de autoria de Monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, EP, Presidente da Associação Arautos do Evangelho.

A coleção “L’inedito sui Vangeli” é uma publicação conjunta internacional em quatro línguas da Librería Editrice Vaticana e os Arautos do Evangelho. Durante o ato será apresentado o Volume V da coleção -que comenta os Evangelhos dos domigos do Advento, Natal, Quaresma e Páscoa, e das Solenidades do Senhor no Tempo Ordinário do Ano C, e o volume VI, que comenta os Evangelhos dos Domingos do Tempo Ordinário do Ano C.

“Encontramos caracterizada com frequência nestas páginas a solução aos problemas espirituais do homem do século XXI”, afirma o Cardeal Rodé na apresentação que faz do livro.

http://gaudiumpress.org/content/42041-Livro-do-Presidente-dos-Arautos-do-Evangelho-sera-lancado-em-Roma

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Teatro sobre o Evangelho na Paróquia São Pedro

Teatro na Paróquia São Pedro, Praia do SuáA equipe de artes cênicas dos arautos de Vitória realizou, no dia 25 de setembro, uma encenação da parábola dos dois filhos, que Nosso Senhor Jesus Cristo propôs aos príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo em Mateus 21, 28-32. O peça foi apresentada na igreja São Pedro, na Praia do Suá.

28. Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, disse-lhe: – Meu filho, vai trabalhar hoje na vinha.
29. Respondeu ele: – Não quero. Mas, em seguida, tocado de arrependimento, foi.
30. Dirigindo-se depois ao outro, disse-lhe a mesma coisa. O filho respondeu: – Sim, pai! Mas não foi.
31. Qual dos dois fez a vontade do pai? O primeiro, responderam-lhe. E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo: os publicanos e as meretrizes vos precedem no Reino de Deus!
32. João veio a vós no caminho da justiça e não crestes nele. Os publicanos, porém, e as prostitutas creram nele. E vós, vendo isto, nem fostes tocados de arrependimento para crerdes nele.

A história foi adaptada e tornada acessível ao público recebendo um “invólucro” novo.

A narrativa tratou de três filhos que receberam do pai a obediência de estudar para uma prova e, como na parábola, um disse que iria, mas não foi; o segundo disse que não iria estudar, mas se arrenpedeu e foi; e por fim, um treceiro filho, que não aparece no Evangelho mas que poderia perfeitamente ser “deduzido”, que prometeu ao pai que estudaria e realmente estudou. No fim, cada um apresenta ao pai a nota da prova e recebe uma justa recompensa.[Gallery not found]